Hoje, 7 de setembro, nosso país grita por independência. Independência dos "Lulas, das Dilmas, dos Temers, dos Aécios Neves, dos Malufs, dos Alckmins, dos Maias, dos Gilmares Mendes, dos Colors, dos Pallocis, dos FHCS, dos Sarneys", enfim, hoje o nosso país sangra e grita para ser liberto de genocidas que há anos o destroem. Feliz 7 de setembro a todos os guerreiros brasileiros que ralam e lutam por uma nação mais justa, rica e solidária.
A feira do rolo em Caraguatatuba é uma boa
pedida para quem gosta de bisbilhotar curiosidades e matar um pouco do tempo de
uma maneira diferente
A feira
acontece todo domingo na rua Rio Grande do Norte, na entrada do Tinga. Lá se
encontra de tudo, desde uma torneira quebrada, que não serve para absolutamente
nada, a modernos aparelhos eletrônicos, passando por discos de vinil,
equipamentos de pesca, controles remotos de todo tipo, livros velhos, panelas
com tampa e sem tampa, roupas novas e usadas, ferramentas enferrujadas, facas
sem corte, sapato de um pé só e uma série de curiosidades.
Também se
toma um refrigerante gelado, caldo de cana, ou se degusta uma tapioca, em meio
à movimentação das pessoas que já se habituaram todo domingo a comparecer à
feira, como num ritual. Sempre se encontram pessoas conhecidas, algumas
carregando bugigangas nas mãos, arrematadas a preços de banana. Outras fingem
que apenas “visitam” o local, mas acabam denunciando a sua cobiça ao não
resistir a um ou outro apelo e fazem a sua oferta.
Não se pode dizer que o que mais seduz o curioso e provável comprador seja o
preço. O preço realmente é tentador em inúmeras oportunidades, daí a
desconfiança de muitos de se tratar eventualmente de objetos roubados. Mas não
é bem assim. É a raridade e a singularidade de certas peças que aguçam o desejo
de muitas pessoas, às vezes uma simples peça de decoração jamais encontrada em
outro lugar qualquer.
Na
verdade, a maioria das pessoas lá comparece para exercer o papel de uma espécie
de “garimpeiro de raridades”. E por ser raridades, também valiosas
principalmente para colecionadores. Um rapaz, outro dia, estava eufórico, pois
conseguiu comprar um livro escrito por Paulo Machado de Carvalho relatando
todos os detalhes dos bastidores da Copa do Mundo de 1958, aquela que lançou
Pelé aos 17 anos para o estrelato futebolístico. Detalhe: o livro estava
autografado pelo autor, que empresta seu nome para o Estádio do Pacaembu em São
Paulo e foi o fundador da TV Record.
Você se
lembra da imponente Enciclopédia Barsa? Há algumas dezenas de anos, antes do
advento da internet, quem tinha uma coleção dessas em casa podia se considerar
um felizardo. Garantia de confiável fonte de pesquisas escolares para os
filhos. Hoje, muitas pessoas ainda possuem essas coleções dentro de casa, que
na verdade apenas atrapalham pelo espaço que ocupam. Nenhuma criança ou jovem,
acostumado às facilidades do computador, quer saber de Barsa alguma.
A
enciclopédia, tão cobiçada no passado, perdeu o seu glamour, assim como outras
do gênero, como a Mirador e a Caldas Aulete. Hoje, ela é encontrada na feira do
rolo, em qualquer banca, vendida completa ou por volume. Um desaforo para
muitos quarentões e cinquentões que chegaram a pagar uma nota preta, em
prestações, para ostentar tais livros em sua biblioteca e assim esnobar ares intelectuais.
O que se vê ali chega a ser um convite à reflexão acerca da futilidade das
coisas materiais e da própria condição humana. Tudo passa nesta vida. O que se
observa ali indica que os tempos são outros, que a vida mudou certamente para
melhor. É dando, portanto, uma voltinha na feira do rolo que se constata
que o tempo passou sem que nos déssemos conta dele...
Confira o Editoral do jornal A Melhor Idade, editado por Plínio Guimarães, que circulou neste dia 1º de dezembro de 2016:
O Ano da Desforra
Apesar de controvérsias e opiniões
em sentido contrário, o ano que se finda não foi um ano inteiramente ruim. Na
verdade, foi um ano de acerto de contas. Este gosto amargo que sentimos neste
findar de mais uma etapa de nossas vidas é o resultado das mazelas e do remédio
aplicado que, como toda beberagem curativa, não deixa lá muito agradável o
paladar. É natural. O que se deve levar em conta são os resultados obtidos.
Por
este ângulo, 2016 foi um ano proveitoso no sentido do acordar para a cidadania.
O povo voltou às ruas para protestar, bater panelas, expor a sua insatisfação, exigir
punição para aqueles que se especializaram em solapar os cofres públicos. O
povo decidiu pôr um ponto final ao nefasto estado de coisas e começou apeando
do poder um Presidente da República e praticamente banindo do mundo político um
partido que se autoidentificava como o altar da ética e da honestidade.
A
mensagem que ecoou nas manifestações e depois desaguou nas urnas não deixa
dúvidas a respeito disso. O povo falou, e falou bonito; e o melhor: se fez
entender. O brado ouvido de norte a sul e de leste a oeste deste Brasil de
dimensões continentais fez estremecer detentores de poderes instalados em
Brasília, sinalizando para a chegada do fim de uma era inteira de
irresponsabilidades e práticas de ações criminosas, coletivas e estruturadas.
A
profilaxia ainda não terminou. Autoridades do Bem ainda labutam com afinco na
captura e punição das extensas quadrilhas instaladas nos Poderes da República ou
espalhadas por esses rincões. O trabalho é lento, criterioso, apegado às leis,
enfrentando obstáculos que se teimam em erigir à sua frente, mas ele segue o
seu curso, sereno, diligente, sagaz, para o desespero daqueles que faziam do
subtrair a razão de suas vidas.
O
ano de 2016, o Ano da Desforra, mostrou o descontentamento popular e sua forma
eficiente de enfrentar maus representantes e apaniguados, lição que jamais será
esquecida. E o ano de 2017 se inicia como o Ano da Reconstrução, exigindo o
sacrifício de todos, já que o país se encontra destroçado economicamente, com
uma taxa de desemprego nunca antes vista, altos índices inflacionários e um
déficit público beirando o descontrole, tudo a exigir um esforço hercúleo de
quantos ainda acreditam ser o Brasil um país viável.
Passadas
as tão esperadas eleições de 2 de outubro, a cidade de Caraguá volta a respirar
um clima de maior tranquilidade, muito embora os resultados das urnas não
tenham descido “goela abaixo” para muitos.
O
resultado apertado que levou Aguilar Júnior a ser eleito como prefeito de
Caraguá ainda ressoa amargo ao gosto de muita gente, o que é perfeitamente
natural, já que o empate “voto a voto”, indicado pelas urnas, mexe realmente
com os nervos de qualquer mortal.
O
prefeito de Caraguá, Antonio Carlos da Silva, esteve na rádio no dia de ontem,
lavando a alma, até com um certo excesso, na opinião de alguns. Seu candidato,
o engenheiro Gilson Mendes, perdeu a eleição para Aguilar Júnior por 37 votos,
ou o equivalente a míseros 19 eleitores. De fato, a cidade esteve dividida ao
meio e circunstâncias especialíssimas decidiram o embate político.
Resta,
agora, zerar as contas de ambos os lados, respeitar a vontade popular e tocar a
administração de Caraguá para a frente. A cidade precisa e deve prosseguir em
sua marcha rumo a dias ainda mais venturosos, como a líder que é do Litoral
Norte em termos econômicos, principalmente.
O
2 de outubro e toda sua carga emocional terminou no minuto seguinte em que o
relógio marcava 23h59min. Agora, é bola pra frente, ou “sempre avante!”, nos
exatos termos, não sem razão, encontrados em seu brasão de armas: “Dvc in Altvm”...
Editorial do jornal “A Melhor
Idade”, que circula em Caraguatatuba-SP, Brasil, edição do mês de setembro/2016:
“Meu
bem, meu mal
O
Brasil é mesmo uma terra de contrastes. Mal acabamos de nos deslumbrar com a
abertura dos Jogos Olímpicos, com o desempenho de nossos atletas, as
solenidades de encerramento --e o mais importante, sem incidentes diante de uma
expectativa ruim--, e de um saldo considerado positivo do pós-olimpíada, embora
haja alguns senões, e eis que a nação inteira se depara agora com uma lavação
de roupa suja que pode apear do poder um presidente da República e talvez implodir
o partido mais organizado e “religioso” que o país já teve, produzindo um
efeito cascata de quedas e condenações.
O
carro-brasil acelera de zero a cem em uns poucos segundos. Só que entre o
parado e o acelerado, o custo é muito alto para os brasileiros pagarmos. Embora
a nossa parcela de culpa nesses escândalos seja pequena, de forma indireta,
omissiva, como aceitadores e conformados com tudo, simbolizado pelo voto dado
sem questionamentos ou análises mais profundas, de certa forma bem que merecemos
esse governo que aí está, conforme repetidas vezes dizem por aí.
O
povo brasileiro sempre foi enganado. É e o será pelas décadas que virão. A
transformação tão esperada é algo que exigirá muita prudência, pesados
investimentos em Educação e principalmente ação vigorosa acerca de tudo que se construiu
e se pensou até hoje. A irresponsabilidade de dirigentes ladravazes e a
mansidão dos bons não têm mais lugar neste Brasil de proporções agigantadas. Mas
é um caminho tortuoso, cheio de armadilhas, envolvendo gerações e mudança de
costumes já enraizados na cultura popular, como a maldita tolerância ao “rouba,
mas faz”.
Quando
este texto for publicado já estaremos conhecendo o desfecho do julgamento pelo
Senado, cassando o mandato da presidente ou perdoando os seus deslizes,
acoimados de pedaladas, socos e pontapés em tudo e em todos. Qualquer que seja
o resultado, caberá a nós darmos um novo rumo a esta Nação, chutar a bola pra
frente, acelerar fundo, inspirar os puros ares desta terra e, munidos de muita creolina,
escovões e que tais, partir em busca das transformações por tantos almejada.
Como
o ladrão, assassino, e o monge, o Bem e o Mal existem. Só é preciso saber
escolher. E a escolha já começa no dia 2 de outubro.”
No próximo
dia 2 de outubro, domingo, todo o Brasil estará elegendo seu governo municipal,
nossos mandatários pelos próximos quatro anos.
A eleição é
a única forma de garantia de direitos. O voto do milionário, do empresário,
lixeiro, professor, o seu, o meu, vale apenas um voto. Ninguém é melhor que
ninguém pelo seu título ou posição social.
Aproveite
exercer esse direito cívico único para expressar seus sentimentos de vida sobre
o município em que reside, trabalha, cria seus filhos.
Você estará
escolhendo o seu futuro e o dos seus.
Não caia no
golpe, na conversa do político sem escrúpulos, sem compromissos com
Caraguatatuba. Não aceite promessas falsas, pessoais. O candidato que lhe
promete algo que não possa cumprir já demonstra ser desonesto. E de político
ladrão já temos de fartura na operação lava-jato na esfera federal.
Amigo
leitor e eleitor: antes de escolher, faça uma análise, compare os candidatos, o
seu passado, sua idoneidade e seus planos de trabalho para o mandato.
Incessante, o pequeno beija-flor voava transportando água em seu
biquinho, tentando apagar o incêndio da floresta. Parecia um trabalho inútil.
Mas ao observador respondeu: faço a minha parte.
A lição do colibri parece interessante para ilustrar o que acontece no
Brasil nos dias atuais, em que manifestações pacíficas ganham as ruas para
exigir o impeachment da presidente da república.
O povo mostra-se, assim, enojado diante de tantos casos de corrupção
mostrados pela imprensa e diante da comprovação do desvio de uma verdadeira
montanha de dinheiro dos cofres públicos, promovido por autoridades que deviam
vigiá-los e distribuir suas rendas em forma de educação, saúde, empregos,
moradia, estabilidade econômico-financeira.
O momento não é para acomodações. Cada um precisa fazer a sua parte para
que este estado deplorável de coisas tenha um fim, e logo, permitindo que a
Justiça siga o curso em suas investigações e por fim puna todos aqueles a quem
se possa atribuir a pecha “traidores da pátria”.
Como o beija-flor, é preciso que cada um faça a sua parte.
Os protestos pacíficos que eclodem em quase todas as cidades brasileiras
revelam-se meio democrático de a população brasileira mostrar o seu
descontentamento com os rumos dados ao país. É justo que clamem pela punição
dos culpados e também exijam o fim imediato da corrupção e da bandalheira
instaladas em setores de governo, mascarando talvez uma obstinação insana de
impor um regime nacional pouco afeito a regras democráticas.
Lutemos com todas as forças de que dispomos em prol da concretização
desses objetivos profiláticos.
Um único beija-flor pode não apagar o incêndio de grandes proporções
como este que devasta o solo pátrio. Mas, milhões deles, atuando em conjunto,
ordenadamente, por certo irão impedir que as labaredas do mal destruam o
bosque, arruinando-o por completo.
À 01h01’20” deste 27 de março contabilizávamos no País exatos
205.675.697 “beija-flores”. Tirantes aqueles de plumagem vermelho-sanguinária
–que não carregam água, apenas espalham brasas–, ainda teremos um significativo
contingente de “avezinhas” desejosas por abrandar as crepitações.
É preciso sinceramente acreditar. É preciso que cada um faça a sua
parte...
Veja o editorial do jornal A Melhor Idade, que circula em Caraguá, edição de abril:
A Democracia Ameaçada
O Brasil vive um momento
explosivo. As manifestações de ódio e intolerância estão por aí, mescladas às manifestações dos que apenas almejam a paz, prosperidade e um viver tranquilo num estado
realmente ao império das leis. O clamor por Justiça é visto nas ruas, no
retinir das panelas, e, com maior vigor, nos brados viris dos que exigem o fim
de uma corrupção financeira e moral que infecta as instituições.
Pode ser exagero, mas
falam até em contenda civil, em invasão do solo pátrio por países fronteiriços,
promovida por “líderes” que apregoam a defesa de “la democrácia” nas Américas.
Forças de natureza assim tão nefastas parecem conspirar por um embate
derradeiro entre o vermelho-sangue e o verde e amarelo que tanto aprendemos a
amar ao longo da nossa formação cívica.
A ameaça à Democracia
parece ser real e isso naturalmente nos põe de sobreaviso. Não podemos deixar
que uns poucos aloprados provoquem um desastre de tais proporções ao nosso
querido Brasil, por nossa honra própria e em honra daquelas gerações que ainda
virão. Somos todos responsáveis pelo que aconteça a esta terra abençoada,
herdada livre de nossos pais
.
Mas, o que podemos fazer?
Nós, pobres cidadãos, de índole pacifista e afastados da prática de ideologias
e manobras políticas, por vezes rasteiras e criminosas?
Podemos fazer muito;
muito, mesmo. Como o elefante, não temos ciência das próprias forças, mas as
descobriremos dentro de nós, medidas em megatons, no momento exato em que a
cusparada derradeira atingir em cheio a nossa face.
Podemos fazer muito, sim.
Desde o descascar de uma batata, o pregar de um botão dourado, ao empunhar de
uma lança. Tal o beija-flor, que com suas idas e vindas procurava apagar o
incêndio da floresta, levando ínfima quantidade de água, podemos improvisar,
usar da criatividade nata em cada um de nós, mas jamais ficar silentes ou
acovardar diante de desmandos e da ação de forças malignas.
Uma andorinha só não faz
verão. Milhões delas, sim...
A mídia se
tornou um partido que passou a atuar no jogo político de maneira privilegiada,
sem precisar de votos ou prestar contas aos seus eleitores
Por Geniberto
Paiva Campos
“Com o tempo, uma imprensa
cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela
mesma” – Joseph Pulitzer
1. Parece haver um problema de matriz cultural interferindo no
cotidiano da política brasileira.
Durante décadas fomos educados para respeitar o que
se apresentava na forma impressa, assumindo como verdadeiras as suas notícias,
informações e, eventualmente, suas (raras) opiniões. Jornais, revistas e outros
tipos de publicação gozavam de um respeito reverencial, o qual era transferido
aos jornalistas, editores, diagramadores e até linotipistas, todos
profissionais envolvidos na nobre missão de (bem) informar.
Os jornalistas brasileiros eram profundamente
respeitados e admirados pelos diversos segmentos populacionais que dependiam do
acesso aos órgãos da imprensa para obter informações confiáveis. E que sabiam
reconhecer a veracidade e o estilo da escrita destes profissionais.
Com o advento das mídias eletrônicas (rádio e
televisão) a partir do século passado, esse sentimento de respeito e admiração
transferiu-se para os profissionais dessas novas áreas.
Em reciprocidade, havia um profundo respeito desses
profissionais para com os seus leitores, radiouvintes e telespectadores. Para
com o seu público, enfim.
Esse acordo informal entre os jornalistas e o
público consumidor de notícias, baseado na verdade e na decência, raramente era
descumprido. Havia uma ética implícita nesse relacionamento.
Como esperado, muitos jornalistas que alcançavam
notoriedade profissional enveredavam pela política. São vários os exemplos
desse fato. Positivos e negativos. Esse entrelaçamento entre jornalismo e
política não causou maiores prejuízos aos comunicadores, nem tampouco à
política ou à gestão pública.
E a comunicação social passou a ser exercida de
maneira mais cuidadosa. E na medida em que a Comunicação passou a ser algo mais
complexo e ganhou as cátedras acadêmicas, os jornalistas assumiram maior
importância no âmbito da sociedade.
O que viria a acarretar profundas mudanças nesse
relacionamento respeitoso entre os órgãos de comunicação e os seus fiéis
seguidores foi a percepção crescente da importância da Informação numa
sociedade agora essencialmente urbana e industrializada, que ao adquirir novos
hábitos culturais, tornou-se uma sociedade de consumo de massa.
O texto abaixo veio de um leitor do Caraguablog. Por acharmos pertinente, estamos reproduzindo, e o mesmo faremos com textos de opiniões divergentes que sejam encaminhados a este espaço eletrônico. Envie-nos a sua opinião e participe do debate:
A notícia da renúncia do
prefeito Antônio Carlos na quinta-feira, 17 de dezembro de 2015, poderia ter
caído como uma bomba por sobre as cabeças dos pobres mortais que compõem a urbe
caraguatatubense. Poderia, não fossem as circunstâncias.
O prefeito já fez isso no ano
passado [2014], também no mês de abril. Anunciou que iria pendurar as chuteiras e
depois acabou voltando atrás e decidiu ficar. Ninguém entendeu nada, as
explicações não foram convincentes. O que rolou, de fato, talvez nunca se
saiba.
Pressão política para
receber as atenções do governador Geraldo Alckmin? Talvez, sim; talvez, não.
Agora, a decisão da
renúncia volta à baila, anunciando um novo “abril de despedida”. Contudo, pela
experiência, é bom que se tenha cautela, muita cautela. Novamente, o cordeiro
pode estar anunciando a presença de um lobo que não existe.
Acreditando no que via na
imprensa, o então presidente da Câmara Neto Bota, entusiasmado com a ideia de virar
prefeito meio que no tapetão, acabou se queimando e teve de amargar a
recomendação seca de Antônio Carlos: guarde o seu terno, pois não será desta
vez.
Que motivações teria o
comandante-em-chefe da cidade para atirar-se às águas, abandonando o barco? As
declarações de “é processo, é não sei o quê, uma série de coisas que fica
difícil você tocar... não é fácil” soam como frases perdidas e vagas de
conteúdo, mais ainda de satisfações aos eleitores.
Se é verdade que todo
homem ambiciona o poder, fica complicado de entender como que alguém, tendo-o sob
seu domínio, precipite-se em abrir mão de situação tão cobiçada. Há de existir
um motivo muito forte para isso e ninguém espera do alcaide uma reedição do “diga
ao povo que fico”.
A questão, por sua gravidade,
não permite que tudo volte a ficar no dito pelo não dito. A cidade pára com um simples anúncio desta natureza. A
classe política local entra em parafuso, principalmente às vésperas de uma
eleição para a escolha dos novos mandatários dos poderes municipais.
Os funcionários de seu staff, encarregados de implementar as políticas públicas, ficam perdidos e não
sabem se vão ou se ficam em meio às muitas indagações; o trabalho entra em
compasso de “descompasso”; a marcha desacelera diante das indefinições, ainda
que o sucessor prometa não tocar nos rumos já traçados.
Não resta dúvida que a
troca de comando a esta altura do campeonato será prejudicial aos interesses o
município. Não foi bom quando a Câmara resolveu cassar o então prefeito José
Bourabeby e de nada adiantou os vereadores “se arrependerem” em seguida, pois a
caca já estava feita.
A substituição não foi bom
no passado e certamente também não será bom agora. Pelo sim, pelo não, é aconselhável
que o presidente Chininha deixe para expor o seu terno aos raios solares
somente quando tiver em mãos um documento de renúncia escrito, assinado, datado e lido
em sessão.
Pedimos licença ao Jornal da Hora, editado na cidade de
Bertioga-SP e que circula também nas cidades do Litoral Norte (Caraguatatuba,
Ubatuba, São Sebastião e Ilhabela), para reproduzir um texto publicado em sua
edição nº 375, de 19 a 25 de setembro/2015, intitulado “O Código do Rabo”, na
coluna especialmente dedicada aos animais.
O texto é muito
interessante e aborda algo que muita gente ainda desconhece: a importância do
rabo para o cão. A ignorância é tanta que as pessoas optam por cortar o rabo no
animalzinho logo quando ele nasce, mutilando-o, num verdadeiro ato de agressão
em nome da estética.
A coluna dedicada aos
animais é fixa no jornal e assim se identifica: “Este espaço é dedicado aos
animais e sua integração com a
natureza; suas características, hábitos, comportamentos, interação e dependência das ações humanas.”
Eis o texto:
O
código do rabo
A linguagem corporal
através do posicionamento e movimento do rabo (ou cauda) é bastante peculiar e
importante entre os mamíferos. Na natureza, associada a vocalizações e outros
indícios físicos como eriçamento dos pelos, postura das orelhas e arqueamento
das costas, ela indica e denuncia as intenções e o humor do bicho favorecendo a
harmonia ou o combate.
No caso dos cães
domésticos, a única diferença é que eles usam a mesma linguagem conosco – e nem
sempre a interpretamos da maneira correta. Não há cão imprevisível nem
traiçoeiro, há somente humanos ignorantes ou "distraídos": o cão
sempre mostra a sua disposição, mas se não o compreendemos ou não percebemos os
seus sinais a culpa não é dele.
São muitas as variações, e
nem sempre um rabinho abanando é sinal de alegria ou aceitação de amizade.
Rabinho feliz é aquele abanado numa linha de 180° em relação ao dorso, e quanto
mais rápido, mais feliz! Rabo baixo, abanando devagar pode significar tanto insegurança
–ele, cão, tem boas intenções, mas está na dúvida em relação às intenções
alheias– quanto submissão.
Rabo levantado e durinho demonstra atenção
focalizada (agradável ou não), se levantado e abanado devagar o alerta do cão
está no auge, e se esse mesmo posicionamento for acompanhado de postura da
cabeça para olhar oblíquo e pelos eriçados o cão está pronto para atacar ou
reagir.
O rabo entre as pernas, que na natureza serve para encobrir a glândula
anal e manifesta a vontade de passar despercebi- do, denuncia insegurança
máxima e/ou muito medo; neste caso, também há o risco de uma resposta agressiva
por pavor.
Procurar entender as
mensagens enviadas pela linguagem corporal de seu animal de estimação ajuda
muito na convivência com a família, no ensino das regras da casa (adestramento
informal) e de eventuais problemas de saúde ou socialização.
Animais nunca mentem nem
são hipócritas, são duas impossibilidades biofisiológicas para eles, o que
evita muitos dissabores. É uma lástima que os humanos não tenham uma cauda
longa e aparente...
"Imagine agora um mundo
em que os humanos tivessem o tempo todo um apêndice incapaz de fingir o que não
está sentindo."
Recebemos o texto abaixo, via e-mail, em
julho deste ano. Agora, repassando as matérias do blog que pudessem ser
publicadas, decidimos trazê-lo a público e à intepretação do Leitor. Não
entendemos muito bem o seu conteúdo à época, talvez nem agora, parecendo algum sonho, até delírio,
quem sabe uma premonição. De qualquer forma, parece-nos muito
interessante, sombrio, sinistro, cabendo ao leitor julgá-lo.
Em algum lugar...
Em algum lugar, em uma floresta, apareceu
uma árvore que se tornou dominante e transformou o lugar onde vivia. Embaixo de
seus longos galhos e folhas, como impediam a entrada da luz do sol, nada
crescia, nada florescia.
Diziam, alguns empirescoscidadãos, que a tal árvore crescia
muito por dois motivos: os nativos não tinham conhecimento do poder da exótica
árvore; ela crescia porque o local era
privilegiado, com muita água pura e sais minerais, tudo o que de bom existia;
para muitos, valores que somente poderiam se comparar ao ouro.
A árvore era muito admirada e reinava
imperiosa, sem que qualquer outra muda, endêmica ou mesmo exótica, se atrevesse
a lhe “fazer sombra”, pois não conseguia atingir a luz do sol, que era tapada
pela grande copada que a árvore tinha.
Essa situação perdurou por longos anos até
que, por força de providência legal ou divina, a árvore se viu obrigada a se
deslocar, pois seu peso era tanto que a lei da gravidade a obrigou a se
inclinar e olhar as outras mudas, talvez para escolher uma que pudesse
substituí-la, dando espaço para que a luz do sol penetrasse e atingisse as
pequenas, nanicas e sedentas de provar do mesmo mel. Queriam crescer.
Por ser exótica e praticar ações diferentes
das que por aqui se praticavam, os moradores tinham medo de que as mudas
nativas adquirissem seus hábitos e viessem a praticar as mesmas ações após
crescerem.
De certa forma, era com grande preocupação
que a população (não confundir população com mudas que queriam crescer) aguardava
o desenrolar desta história, já que onde esta árvore vivia sofria tamanha
transformação que não se sabia quanto tempo seria necessário para devolver ao
local sua verdadeira identidade, inclusive não se sabia se a população, antes
calma e tranquila, poderia recuperar seu “in statu quo ante bellum” e voltar a
ser normal, como era antes da “guerra”.
Existia também a preocupação de que a
árvore, muito esperta, desse continuidade ao seu reinado por intermédio de uma
muda qualquer que, antes pequena, pudesse reunir possibilidades ao ser
estercada, enxertada e preparada para dar continuidade ao pseudo progresso que
por lá pairava.
Diziam alguns que a dita árvore não queria
mais saber de reinar, pois já reinara bastante e agora somente queria colher
seus frutos muito bem plantados e criados.
Diziam também que o acontecido era apenas o
começo, e que de agora em diante é que a arvorezona deveria reinar, apenas
coordenando mudas que sempre viveram sob sua tutela.
Diziam que a arvorezona precisaria dos
serviços das mudas que viessem a ocupar o seu lugar. Alguns até indagavam se
árvore, ao se tornar absoluta, não teria cometido algum crime ambiental.
Diziam coisas e mais coisas. Diziam. E
diziam muito. Diziam tudo isso, a respeito de um lugar qualquer, onde havia uma
arvorezona...
Estou triste. Perdi as esperanças. Escrever, que
sempre me foi um motivo de alegria, agora é coisa que faço me arrastando. Penso
que o melhor seria parar de escrever. Vinicius se referia à sua "inútil
poesia". Poesia é inútil. Os poetas são fracos. As fórmulas dos demagogos
são mais palatáveis. Escrevo inutilmente. Minhas tristezas são duas.
Hoje escreverei inutilmente sobre a primeira: minha
desilusão com o PT. O nascimento do PT anunciou a possibilidade da esperança:
fazer política de um outro jeito, combinando ética, inteligência e a opção
preferencial pelos pobres. O PT fazia lembrar os profetas do Antigo Testamento
que denunciavam os ricos que exploravam os trabalhadores sem jamais fazer
alianças espúrias. Aí o rosto do profeta começou a apresentar rachaduras...
Era a ocasião do plebiscito para decidir entre
presidencialismo, parlamentarismo ou monarquia. O Lula e o Genoíno eram a favor
do parlamentarismo. As bases do PT foram consultadas. E elas votaram pelo
presidencialismo. O Genoíno engoliu o sapo e se calou. Fez silêncio obsequioso,
como diz o cardeal Ratzinger. Mas o Lula não demonstrou desgosto. Engoliu o
sapo que as bases lhes impunham como se fosse uma rã frita com arroz e se
tornou loquaz em defesa do presidencialismo...
Fiquei estupefato, curioso sobre os processos
mentais que operavam na sua cabeça para que se esquecesse com tanta facilidade
das convicções de véspera. Como psicanalista, eu ignorava qualquer caso de
amnésia parecido. Intrigou-me clinicamente a forma como funcionava a cabeça do
profeta, tendo-se em conta que não há caso na literatura religiosa de profeta
que amoldasse suas convicções em obediência às bases...
E então me perguntei: "O que é mais terrível?
Ser silenciado pela violência de um ditador inimigo ou ser silenciado por ordem
dos companheiros?" Ah! Também os companheiros podem ser repressores...
A unidade do partido exige que todos brinquem de
"boca-de-forno": todos têm de pensar igual. O diferente é expelido.
Como na igreja. Compreendi que eu nunca poderia me filiar ao PT porque, se há
uma coisa que prezo, é a liberdade para dizer o que penso, ainda que eu seja o
único a dizê-la. O tempo passou. Veio o escândalo do "caixa dois" do
PT.
O profeta, que afirmou ignorar tudo, deveria ter
falado palavras de fogo contra os corruptos. Ao contrário, num fórum
internacional, na França, não só admitiu o fato como também o justificou: isso
é normal no Brasil... Agora, o inimaginável: uma fotografia do presidente Lula
cumprimentando sorridente o possível "companheiro" Orestes Quércia.
Anunciava-se ali o início de um possível noivado...
Para aumentar o meu espanto hoje, quando escrevo,
vi uma foto do presidente Lula alegre e sorridente apertando a mão do
"companheiro" Newton Cardoso, famoso ex-governador de Minas Gerais. O
profeta brinda com os falsos profetas... De fato, só pode ser um caso de
amnésia... Os meus queridos amigos petistas que me perdoem. Meu estômago tem
limites.
Há um ditado que diz: "Pássaros com penas
iguais voam juntos..." Concluo logicamente: "Se estão voando juntos é
porque suas penas são iguais".
Vocês não têm saudades do PT? Eu tenho.
Comentário meu:
Este texto foi escrito pelo meu querido professor
Rubem Alves em Setembro de 2006, mas continua atual porque o PT daquela época é
o mesmo PT da época de hoje: um partido como todo partido que troca projeto de
Brasil por projeto de Poder.
Eu sou contra o Impeachment por ainda não estar
convencido de que há crimes e convicto de que não pode haver impeachment se o
fato aconteceu em mandato anterior - mas estes são pontos que podemos discutir
noutros momentos.
O fato é que politicamente - no sentido mais
nojento do termo política/politicagem - não vejo muita diferença para o Brasil
se o PT sair e o PMDB entrar. Eu sei que alguns do PT irão dizer que "se
tá ruim com o PT, imagina com o PMDB", mas, contra este argumento cínico,
nenhum contra-argumento é melhor que este: Se o PMDB é ruim então por que o PT se juntou? A lógica de
escolher um vice é escolher alguém que pensa parecido, que a gente confia para
nos substituir... Ou eu estou sendo ingênuo? (ironic!)
Como disse o saudoso Rubem Alves: Passarinho que
voa junto é porque tem as penas iguais - e pra mim chega de tanto passarinho
junto voando no Congresso Brasileiro.
E antes que eu me esqueça, já que agora fico de
férias: Desejo a todos um feliz
Natal e um próspero ano novo. Que 2016 seja um ano de paz e coragem.
"Sejamos realistas: façamos o impossível"
(Comandante E. Che Guevara) – Wagner Francesco – Nascido no interior
da Bahia, Conceição do Coité, formado em teologia e estudante de Direito.
Pesquiso nas áreas do Direito Penal e Processo Penal.
facebook.com/wagnerfrancesco
Ai meu deus, me dei
mal / Bateu à minha porta o japonês da Federal...
[vídeos – 2]
Curta a Marchinha em fotos
Curta a marchinha em vídeo
“Ai meu deus, me
dei mal / Bateu à minha porta o japonês da Federal / Ai meu deus, me dei mal / Bateu
à minha porta o japonês da Federal
Dormia o sono dos
justos / Raiava o dia eram quase seis / Escutei um barulhão / Avistei o
camburão / Abri a porta e o japonês então falou / Vem pra cá / Você ganhou uma
viagem ao Paraná
Ai meu deus, me dei
mal / Bateu à minha porta o japonês da Federal / Ai meu deus, me dei mal / Bateu
à minha porta o japonês da Federal
Com o coração na
mão / Eu respondi: o senhor está errado / Sou trabalhador / Não sou lobista,
senador ou deputado
Ai meu deus, me dei
mal / Bateu à minha porta o japonês da Federal / Ai meu deus, me dei mal / Bateu
à minha porta o japonês da Federal
Dormia o sono dos
justos / Raiava o dia eram quase seis / Escutei um barulhão / Avistei o
camburão / Abri a porta e o japonês então falou / Vem pra cá / Você ganhou uma
viagem ao Paraná
Ai meu deus, me dei
mal / Bateu à minha porta o japonês da Federal / Ai meu deus, me dei mal / Bateu
à minha porta o japonês da Federal”
Aquele japonês que aparece durante as
prisões feitas pela Polícia Federal na operação lava-jato está sendo “endeusado”
como um agente a serviço da Justiça, prendendo bandidos e prestando um grande
serviço à Nação, cansada já e até angustiada diante de tantos casos de corrupção
e de rapinagem de milhões de reais dos cofres públicos.
Aquele japonês é o agente Newton Ishii,
chefe do núcleo de operações da Polícia Federal de Curitiba-PR. Ele aparece
como herói e até ganhou uma marchinha de carnaval, que pode ser conferida
acima. Nas redes sociais, há declarações como “Coisa mais querida o japonês da
Federal. Parabéns Polícia Federal Brasileira. Vocês são heróis.”
A pergunta que se faz é: será?
Ao efetuar as prisões determinadas pela
Justiça, o agente nada mais faz do que cumprir com as suas obrigações. Afinal,
ele ganha para isso. Não há nada de “heroísmo” nessas ações, nem estas revelam,
por si só, uma especial característica de funcionário público que possa
rotulá-lo como “do bem”. O seu único mérito, ao que parece, é aparecer nos vídeos
dos telejornais e nas fotos dos jornais e dos sites noticiosos. Apenas isso.
A história desse agente pode ser outra bem
diferente.
Matéria publicada no site noticioso Último
Segundo traça um perfil desse agente policial. Segundo o site, Newton
Ishii, chefe do Núcleo de Operações da Polícia Federal de Curitiba (PR), foi
preso em flagrante em 2003. Coisa boa não terá feito.
A matéria prossegue:
“Agente da PF, Newton Ishii está em todas prisões da Operação Lava Jato. Baixo,
de cabelos brancos e sempre de óculos escuros, Newton Ishii, é figura
garantida nas ações da Operação Lava Jato. Chefe do Núcleo de Operações da
Polícia Federal em Curitiba, o agente Newton Ishii esteve presente em
importantes prisões, como a do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, do
empresário Marcelo Odebrecht, do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, e do
pecuarista José Carlos Bumlai.”
“Alvo de piadas recentes nas redes sociais e visto como alguém que faz
valer a lei, Newton Ishii foi preso com outros cinco agentes pela própria
Polícia Federal em 2003, durante a Operação Sucuri, no Paraná, suspeito de
integrar uma organização criminosa acusada de contrabandear grande quantidade
de mercadorias para o Paraguai. À época, o Tribunal Regional Federal (TRF)
negou o pedido de habeas corpus dos policiais federais presos.”
“Segundo o Ministério Público Federal (MPF), os denunciados deixavam de
fiscalizar táxis e vans conduzidos por outros integrantes da quadrilha,
responsáveis pelo transporte das mercadorias do Paraguai para o Brasil.”
“Processo - De acordo com o blog Expresso, da revista Época, Ishii responde a
processos criminal e civil, além de uma sindicância. Ele foi reintegrado pela
Polícia Federal com confiança da direção. A prisão do senador Delcídio do
Amaral (PT-MS) revelou um áudio em que o parlamentar teria supostamente citado
o agente da PF como “o japonês bonzinho” que vende informações para revistas.”
“Piadas - A presença constante nas prisões da Lava Jato deu certo reconhecimento
a Newton Ishii e alguns perfis nas redes sociais o citam em brincadeiras, como
o do comediante Sérgio Mallandro, que traz uma montagem com fotos do policial e
a mensagem. “Se esse japonês tocar a campainha da sua casa às 6h da manhã não
abra porque você tá f**ido. Rá!!”, disse o humorista.
A Marchinha – Composta por Thiago Vasconcellos de Souza, 36
anos, em parceria com Dani Batistoni, Jabolinha e Tigrão, a marchinha
homenageia o agente policial que aparece durante as prisões da lava-jato e foi
inscrita no concurso de marchinhas carnavalescas da Fundição Progresso, no Rio
de Janeiro. Ao Estadão (site), Thiago Vasconcellos revelou: “Achei que o
japonês era o personagem perfeito para uma marchinha, um cara que ninguém conhece
direito, mas todo mundo conhece e acabou virando uma personalidade emblemática”.
Delcidio se refere ao agente - O site
da revista Carta Capital divulgou alguns trechos da conversa gravada pelo filho
de Cerveró que ensejou a prisão do senador Delcídio Amaral, em que o agente da
Federal é citado como sendo o “japonês bonzinho” que ajudaria o trabalho de fuga de um
dos integrantes da quadrilha: