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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Carta aos eleitores


Caraguá, 05.set.2018 - Editorial do jornal A Melhor Idade, em sua edição de setembro de 2018. O jornal é editado por Plínio Ferreira Guimarães e traz variedades, curiosidades e principalmente notícias de interesse daqueles que já atingiram a idade de ouro. Confira....

Carta aos Eleitores

Circula na internet uma espécie de “carta aos eleitores” supostamente redigida por Sérgio Moro, aquele juiz que, à frente da operação Lava Jato, vem pondo na cadeia um sem-número de corruptos surrupiadores de dinheiros públicos.

A “carta” conclama os brasileiros a não mais reeleger deputados e senadores, abrindo oportunidade para que estes acertem suas contas com a dona Justiça. Votar em quem não tem mandato seria uma das fórmulas de se passar este Brasil a limpo.

A carta viralizou e logo os “entendidos por conveniência” estufaram o peito para dizer que se tratava de informação falsa, pois o juiz jamais teria escrito algo dessa natureza e, portanto, a mensagem não teria valor algum.

É neste ponto em que paramos para pensar.

De fato, o documento pode até não ter partido do magistrado, como se acredita, mas o seu conteúdo nada tem de falso ou inoportuno. Calca-se na realidade. Desconstituir a sua autoria nem de longe desmerece o acerto da sua prescrição, mostrando-se verdadeira a fórmula ali contida como meio de se combater a corrupção que grassa solta pelo território nacional.

Eis a carta: 

Mensagem aos eleitores – usem o voto. O povo brasileiro tem nas mãos o poder de fazer justiça contra os políticos corruptos que tanto têm defraudado nossa nação, impondo ao povo brasileiro todo tipo de sofrimento e miséria.

Todo congressista nacional que não for reeleito perde o foro privilegiado e consequentemente será preso pela polícia federal, exatamente como ocorreu com o deputado federal Eduardo Cunha.

Portanto, povo brasileiro, você tem pela primeira vez na história desta nação a oportunidade de colocar na CADEIA esses intocáveis bandidos de colarinhos brancos.

Não anule seu voto. Vote em quem não tem mandato. Não reeleja nenhum deputado federal e senador e ajude a polícia federal a passar a limpo o nosso Brasil.

Divulgue a todas as pessoas em todo o Brasil. Ainda acredito que esta Nação possa proporcionar esperança de dias melhores para nossos filhos e netos.”

Escrita ou não pelo juiz Sérgio Moro, a carta tem o mérito de revelar-se um receituário de como combater as chagas abertas nas entranhas deste imenso país pela ação nefasta de políticos-cupins, seus asseclas, circundantes e simpatizantes.

Pense nisto...

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Gilmar Mendes, o destranca-cela...

Gilmar Mendes... Que péssimo exemplo para o país esse ministro do STF vem dando seguidamente. 

Em apenas 20 dias, mandou soltar 19 presos contra os quais pesavam seriíssimas denúncias de corrupção, precisamente desvios de dinheiro público -- ou seja, roubalheira do dinheiro que o povo paga com sacrifícios em forma de impostos dos mais variados matizes.

Até quando esse infeliz vai continuar infelicitando a vida dos brasileiros, permitindo que ladrões ganhem a liberdade e estejam em condições favoráveis para roubar ainda mais? O que é pior, levando a desesperança a um povo que não mais acredita nas instituições?

Quando as instituições democráticas apregoam a própria falência por atos e ações de pessoas como a do  ministro Gilmar Mendes, sabem o que vem depois?

Pois é. Nem é bom dizer. Mas uma coisa garanto: é bicho feio...

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Rir, para não morrer de raiva: roubo nas estatais...

Enquanto isso, a roubalheira continua...
Fonte: https://www.humorpolitico.com.br/page/453/

Humor, por que não?


O Caraguablog inicia hoje uma nova seção, a seção de humor “Rir, para não morrer de raiva”.

Inspirada no site “Humor Político – Rir, pra não chorar”, onde o leitor, crítico, pode encontrar um vasto material de primeira qualidade expondo as cruezas de nosso mundo político, suas safadezas, fraudes, desvios e ações de mau-caratismo explícito, mas tudo de modo muito divertido, a nova seção deste blog pretende inserir ao menos uma publicação ao dia com a intenção de tornar mais leve a leitura e ser uma espécie de pausa para a reflexão.

De há muito se sabe que o humor é um dos meios eficazes de se combaterem os maus costumes. Bem dosado, inteligente, fustigador, crítico, ele bate direto na veia.

Ridendo Castigat Mores. Sim: rindo, castigam-se os costumes...

Iniciamos com a charge acima, extraída de https://www.humorpolitico.com.br/

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

A Verdadeira Independência...

Hoje, 7 de setembro, nosso país grita por independência. Independência dos "Lulas, das Dilmas, dos Temers, dos Aécios Neves, dos Malufs, dos Alckmins, dos Maias, dos Gilmares Mendes, dos Colors, dos Pallocis, dos FHCS, dos Sarneys", enfim, hoje o nosso país sangra e grita para ser liberto de genocidas que há anos o destroem. Feliz 7 de setembro a todos os guerreiros brasileiros que ralam e lutam por uma nação mais justa, rica e solidária.

Vidabela

Enviado por Vidabela em 07/09/2017
Reeditado em 07/09/2017
Código do texto: T6106915 Classificação de conteúdo: seguro
Publicado no Portal Recando das Letras
link para a postagem original: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/6106915

Qual é a tua, Gilmar?

Não consigo mais assistir à TV e presenciar a cara de deboche do ministro Gilmar Ferreira Mendes, vulgo Gilmar Mendes, com aquela sua boca despencada parecendo o caricato João Plenário, sem sentir uma pontada de indignação cá dentro do peito.

São tantas as suas mazelas, ditas jurídicas, que seria impossível enumerá-las aqui. Seus posicionamentos e decisões se constituem em verdadeiras aberrações, algo execrável e que atenta contra o bom-senso e os mínimos sentimentos de justiça que cada um traz arraigados dentro de si.

De uns tempos para cá –coisa que ainda não está muito bem explicada, mas que certamente o será no desenrolar de toda esta novela– o tal ministro deu de mostrar os seus dentes e garras afiados, confrontando sempre o trabalho primoroso realizado pela operação Lava-Jato, que tem por finalidade fazer justiça, colocando no xilindró uma quadrilha de políticos e apaniguados seus que ousaram saquear os cofres públicos.

Para ele, ao que parece, a opinião pública que se “exploda”.

Chegando ao topo do Poder Judiciário pela porta dos fundos, utilizando-se de um viés político, no princípio o ministro mostrava-se cauteloso. Mas foi assim até que seus amigos, ou amigos dos amigos, tivessem uma querela qualquer que os envolvesse na operação “prende-bandido”. Aí, mostrou sua verdadeira faceta, a faceta de um político qualquer, com todos os seus defeitos congênitos, mas agindo sob o manto protetor de uma toga e o silêncio conivente de colegas.

O que se viu a partir daí foi um derrame de inexplicáveis concessões de “habeas corpus” e coisas tais, patrocinado pelo ministro “destranca-celas”, beneficiando bandidos preventivamente presos na maior operação de caça ao corrupto de que se tem notícia no país. É como se ele assim proclamasse: “aos meus amigos, tudo”, expondo publicamente as suas companhias. Sequer se dignou a declarar-se suspeito ao julgar o pedido de liberdade de um “amigo” que lhe mandava flores – se é que eram realmente flores que se lhe enviavam.

Gilmar Ferreira Mendes, este é o nome da nossa encrenca no momento. Gilmar, afinal, qual é a tua?

Editorial do jornal A Melhor Idade, 
de setembro/2017

domingo, 3 de setembro de 2017

Políticos togados





Diz a Carta Magna que os poderes da República são independentes e harmônicos entre si, e que todo poder emana do povo, que o exerce diretamente ou por meio de representantes, e que a regra para o acesso a cargos públicos é o concurso público, certo? Bem..., mais o menos
Neste brasilzão, o que está escrito não costuma “ser”, ao passo que “é” o que sequer foi grafado. O “dever ser” jamais o “será”. As razões para isso são inúmeras, a começar pelo jeitinho tão decantado para se acharem burlas, ou produzi-las, nas leis e regulamentos para atender aos apelos estomacais.

Nem todo poder emana do povo. O judiciário, em todos os seus níveis, refoge a esse mandamento. Não votamos para juízes, procuradores, desembargadores, ministros. Pode até se falar em certa harmonia nesse poder em relação aos demais, mas os membros do Superior Tribunal Federal não são efetivamente livres. Eles dependem dos bofes do presidente da república e depois de membros do legislativo para chegarem ao topo da pirâmide judiciária. Nem vamos falar do artifício denominado “quinto constitucional”, uma verdadeira excrescência jurídica e um escárnio à nação brasileira, utilizado para compor, por exemplo, os Tribunais de Justiça.

E o concurso público? Em relação ao STF, esqueça.

Em outras palavras: os membros Supremo Tribunal Federal, considerado do guardião de nossa Constituição, não têm o aval popular, não se submetem a concurso público para provar conhecimentos e ainda têm de se quedar de quatro, dependentes de um executivo que os indique e de um legislativo que referende essa indicação.

E o pior de tudo é que a coisa não costuma ficar somente no “Deus lhe pague”. Por isso, a pergunta que fica é: como eles vão decidir numa questão que diretamente envolva indicadores e aqueles que os referendaram? Todo o mundo sabe a resposta. E a nação ainda acredita num Supremo justo, sábio e independente.

É por isso que se diz por aí que não temos julgadores no STF, mas políticos togados.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Humor & Chibatada: o voto de 50 merréis...


A maldição do voto de 50 merréis. Quem fixou o preço?

É comum nas eleições falarem por aí, principalmente candidatos, que o preço do voto é 50 reais. Mera coincidência com o bolsa família? Sei, não...

Uma camiseta, santinho e 50 contos. A eleição tá no papo. Ou, em outras palavras: está feita a merda...

Isso acontece e não é de hoje, segundo o senso comum.

Verdade? Mentira?

Quem paga, não pede recibo. Quem vende, não o dá.

E así pasan los dias...

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Humor & Chibatada: Vendem-se votos à vista e a prazo, ao gosto do freguês...

Pode alguém vender seu voto em suaves prestações?

Muitos acreditam que não, já que o ato é criminoso e a coisa se faz de uma só cambulhada: paga-se bem, à vista, e cada um volta pro seu quadrado.

Mas atualmente, dizem as línguas ferinas, essa prática vem sendo mitigada e já possível comprar votos a longo prazo, em suaves prestações mensais. Claro, coisa da criatividade da bandidagem que teima em infestar locais em que se encontra um cofre público qualquer.

Querer saber como se opera isso já é querer saber demais...

Top Secret!

domingo, 4 de dezembro de 2016

O ano da desforra

Confira o Editoral do jornal A Melhor Idade, editado por Plínio Guimarães, que circulou neste dia 1º de dezembro de 2016:

O Ano da Desforra

Apesar de controvérsias e opiniões em sentido contrário, o ano que se finda não foi um ano inteiramente ruim. Na verdade, foi um ano de acerto de contas. Este gosto amargo que sentimos neste findar de mais uma etapa de nossas vidas é o resultado das mazelas e do remédio aplicado que, como toda beberagem curativa, não deixa lá muito agradável o paladar. É natural. O que se deve levar em conta são os resultados obtidos.

Por este ângulo, 2016 foi um ano proveitoso no sentido do acordar para a cidadania. O povo voltou às ruas para protestar, bater panelas, expor a sua insatisfação, exigir punição para aqueles que se especializaram em solapar os cofres públicos. O povo decidiu pôr um ponto final ao nefasto estado de coisas e começou apeando do poder um Presidente da República e praticamente banindo do mundo político um partido que se autoidentificava como o altar da ética e da honestidade.

A mensagem que ecoou nas manifestações e depois desaguou nas urnas não deixa dúvidas a respeito disso. O povo falou, e falou bonito; e o melhor: se fez entender. O brado ouvido de norte a sul e de leste a oeste deste Brasil de dimensões continentais fez estremecer detentores de poderes instalados em Brasília, sinalizando para a chegada do fim de uma era inteira de irresponsabilidades e práticas de ações criminosas, coletivas e estruturadas.

A profilaxia ainda não terminou. Autoridades do Bem ainda labutam com afinco na captura e punição das extensas quadrilhas instaladas nos Poderes da República ou espalhadas por esses rincões. O trabalho é lento, criterioso, apegado às leis, enfrentando obstáculos que se teimam em erigir à sua frente, mas ele segue o seu curso, sereno, diligente, sagaz, para o desespero daqueles que faziam do subtrair a razão de suas vidas.


O ano de 2016, o Ano da Desforra, mostrou o descontentamento popular e sua forma eficiente de enfrentar maus representantes e apaniguados, lição que jamais será esquecida. E o ano de 2017 se inicia como o Ano da Reconstrução, exigindo o sacrifício de todos, já que o país se encontra destroçado economicamente, com uma taxa de desemprego nunca antes vista, altos índices inflacionários e um déficit público beirando o descontrole, tudo a exigir um esforço hercúleo de quantos ainda acreditam ser o Brasil um país viável.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Humor & Chibatada: Se é a voz do povo...

Ridendo castigat more, ou “rindo, castigam-se os costumes”, é fórmula antiga de revelar e condenar as mazelas deste país, principalmente de políticos inescrupulosos, que infelicitam, empobrecem e reduzem à míngua toda uma nação.

Esta charge revela aquilo que o povo sempre pensou a respeito de política e de políticos e que agora está sendo revelado ao público através de dois megaescândalos: o do mensalão e da lava-jato. Fala-se ainda em um terceiro escândalo, ainda maior que os outros dois: o escândalo do BNDES. É aguardar para conferir.

É por isso que faltam empregos, boas escolas, saúde, segurança, estradas em condições...
fonte - site apontado: http://kamikaze792.blogspot.com.br/

sábado, 10 de setembro de 2016

Humor & Chibatada: Cestas básicas em troca de votos

Ridendo castigat more, ou “rindo, castigam-se os costumes”, é fórmula antiga de revelar e condenar as mazelas deste país, principalmente de políticos inescrupulosos, que infelicitam, empobrecem e reduzem à míngua toda uma nação.

Esta charge faz lembrar o surrado modo com que os maus políticos compram o voto da população mais pobre: cesta básica. Compram pelo estômago.

A cada eleição aparecem as denúncias até de distribuição de cestas desviadas de repartições oficiais ou adquiridas com dinheiro surrupiado dos cofres públicos. Claro, ninguém apura nada e tudo fica como “dantes” no império de Abrantes.

Passam-se os anos, as décadas..., e as cestas lá estão: reluzentes, sedutoras, com arroz, feijão, óleo, sal e farinha para fisgar o eleitor pelas entranhas.

A justiça eleitoral? Bem...

Fonte apontada: http://transparenciap.blogspot.com.br

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Humor & Chibatada: Aos políticos religiosos, dinheiro cai do céu...

Ridendo castigat more, ou “rindo, castigam-se os costumes”, é fórmula antiga de revelar e condenar as mazelas deste país, principalmente de políticos inescrupulosos, que infelicitam, empobrecem e reduzem à míngua toda uma nação.

Esta charge faz lembrar o político “religioso”, aquele que não tira o “terço” do bolso: cobra comissão de um terço em todas as obras e seus contratos. E depois, na cara de pau, diz: “Jogo o dinheiro pra cima. O que Deus pegar é dele. O que cair, é meu!”

Fonte apontada: https://images-blogger-opensocial.googleusercontent.com/

Humor & Chibatada: Estão roubando o nosso dinheiro e o nosso futuro...

Ridendo castigat more, ou “rindo, castigam-se os costumes”, é fórmula antiga de revelar e condenar as mazelas deste país, principalmente de políticos inescrupulosos, que infelicitam, empobrecem e reduzem à míngua toda uma nação.

O Caraguablog inicia hoje a seção "Humor & Chibatada", pretendendo trazer uma charge a cada dia, dessas que rolam pela internet, para que o leitor veja as lambanças deste país pelo seu lado bem-humorado, se é que pode haver alguma graça em ações criminosas que tenham por objetivo saquear os cobres públicos.
Fonte apontada: http://www.newsrondonia.com.br/imagensNoticias/image/corrupcao(2).jpg