Como o humor faz parte da boa saúde, curta a Pag 2 do Jornal Expressão Caiçara que circulou nesta quinta-feira, dia 1º de dezembro de 2016:
| Pág 2 do jornal Expressão Caiçara |
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| Pág 2 do jornal Expressão Caiçara novembro 2016 |
Curta um pouco do humor de
a Pág 2 do jornal Expressão Caiçara, de Caraguá, em sua edição de 1º/07/2016:
Álvaro negou a aliança e disse, em nota, que não existe nada certo até o momento. Sua
informação foi corroborada pelo presidente do PPL, Wanderson de Oliveira, que
disse que qualquer assunto referente a este assunto "é apenas boatos”. As
informações foram postadas na página do FaceBook de Álvaro na internet.
Ainda falta algum tempo para as
convenções partidárias, mas o cenário político em nosso município já se
encontra praticamente definido. Pelo PSDB deverá sair Gilson Mendes e
Baduquinha como seu vice. Já pelo Solidariedade os candidatos deverão ser Dr.
José Ernesto com Dr. Álvaro Alencar Trindade como vice. E pelo PMDB, Júnior
Aguilar e o Capitão Campos Júnior como vice.”
Curta um pouco do humor de a Pág 2 do jornal
Expressão Caiçara, de Caraguá, em sua edição de 17/06/2016:
Sacanagem
ou não, estão dizendo que Caraguá possui o seu Obama e que esse personagem
seria o Edvaldo, ex-Banespa e atual Ello Informática. Moreno, cabelos
grisalhos, esguio, sorridente, seria o presidente americano em pessoa. Seria
mesmo? Os sacanas dizem que não é o Obama da White House, nem da Casa Branca
atrás da faculdade Módulo, onde há muuuito tempo funcionava um abatedouro, mas
o Obama do Risca-Faca, já que ele mora na Sacânio Brandão. Essa gente, vou te
dizer...
O vereador
capitão Campos Júnior postou nas redes sociais que está em pleno check-up
oftalmológico só para ficar com os olhos bem abertos nestas eleições. Se assim
diz, deve ter suas razões. Seria bom também dar uma geral no gogó e outra “nas oreias”,
fazendo o caminho inverso dos três macaquinhos, aqueles do “não vejo, não falo,
não ouço”. Em política, não basta falar, ver, ouvir bem. É preciso imaginação
sorrateira, instinto de autopreservação e principalmente muita sorte...
Ainda
sobre Campos Júnior, dizem que neste período em que substitui o vereador Nensão
na Câmara ele está fazendo e acontecendo, não necessariamente nessa ordem.
Embora três meses passem rapidinho, o novo vereador promete apresentar um
extenso trabalho político, pautando-se pelo bom senso, equilíbrio, ao lado de
uma produção legislativa robusta. Não é por nada: mas se o capitão falou...
Aqueles
que analisam a movimentação de aspirantes ao Legislativo acham que o meio de
campo está pra lá de embolado, não dando para entender a estratégia até de
veteranos. Isto porque na hora de decidir por uma agremiação viável, a maioria
correu prum lado só, promovendo “suicídio político”. Devido a isso, esses
analistas entendem que uma ampla renovação na Câmara Municipal será a grande
novidade para 2017.
Na sessão
de Câmara desta terça os vereadores derrubaram dois vetos do Executivo em
projetos sobre estacionamento de idosos e deficientes e ainda sobre serviço de
táxi adaptado. Não é rogar praga, não, nem puxa-saquismo: essa história ainda
vai acabar na dona Justa e o Executivo
levar a melhor, podes crer.
Um
badaladíssimo servidor da nossa distinta Casa de Leis foi vítima de assalto nas
proximidades do trabalho, enquanto outro funcionário acabou sendo vítima de
furto do seu celular à bem entrada da própria Câmara. Coisas da vida, ou sinal
de que a ladrãozada não está respeitando mais nem órgão público da envergadura
de uma Câmara Municipal? Você decide...
Quase
24 mil pessoas se inscreveram no concurso da prefeitura, no domingo. Foi o
maior auê. A grande procura deve-se à crise em nossa economia, que gera
desemprego e qualquer vaga que se anuncie soa como uma tábua de salvação.
Escolas lotadas. A grande mancada foi fecharem os estacionamentos, criando
embaraços aos que iam prestar as provas. A corrida foi de 143 para um, algo
terrível. Nessa massa toda, apenas 167 sortudos irão comemorar a vitória. O
resto...
O
programa de celular WhatsApp ficou fora do ar por uns tempos e foi o que bastou
para levar uma galera à beira do desespero, acostumados que estão a teclar
amenidades até mesmo sentados no trono, fazendo caretas. Teve neguinho que
entrou em deprê profunda. Foi aí que perguntaram: como é que os jovens dos anos
setentas e anteriores viviam sem internet e WhatsApp? Um tiozinho do buteco do
Carlinhos Bigode foi quem respondeu: muito bem, obrigado! – e divinamente
saudáveis...
É
verdade. Naqueles tempos, sem TV ou à falta de programação variada, meninos e
meninas e adolescentes subiam em árvores, brincavam de esconde-esconde, de
casinha, de médico, amarelinha, iam banhar-se em rios, jogar bola na rua, roubar
frutas, soltar pipas; brincavam com pião, bolinhas de gude, figurinhas, estilingues,
quebravam braços, pernas, cortavam-se, divertiam-se a valer, e hoje têm
histórias para contar. Atualmente, as
crianças ficam plasmadas no computador, videogame ou celular, teclando.
Aprendendo o que não devem, e teclando, teclando. Apenas teclando...
Que
estranho. Um camarada de Caraguá deu uma esticadinha até Goiás nestes feriados
e lá descobriu que biba, boiola ou baitôla tem um nome diferente: ecológico.
Por mais que se esforce, não se consegue estabelecer uma relação entre uma
coisa e outra. Ecológico, vê se pode. Será que para plantar mandioca por
aquelas bandas, por exemplo, precisa de um manejo todo especial, sem devastar,
adubar e o escambau? E troca-troca, lá? Acaso seria “equilíbrio ecológico”?
Aconteceu. O pessoal compareceu à
Câmara de Caraguá para novamente protestar contra o aumento na tarifa do ônibus
coletivo. Lotaram a assistência, gritavam palavras de ordem, promoviam um
apitaço e também um berraço. A sessão parou em dois momentos – era impossível
prosseguir com aquela algazarra. Até que, sem alternativa, foi encerrada,
deixando pendurados os projetos da ordem do dia.
Aliás, a própria autoridade
eclesiástica foi impedida de falar por vários minutos pelos “protestantes”
quando abria a sessão com a leitura de um trecho da Bíblia. Só quando o presidente
Chininha pediu com maior vigor é que fizeram silêncio, e o Bispo pôde terminar
a leitura. Um engraçadinho da assistência –desses que não perdem a piada– disse
que os manifestantes deviam aproveitar para também reclamar pro bispo, pode?
Reunido com os líderes do movimento
em seu gabinete, Chininha passou o comando para a vice, que tocou os trabalhos “até
quando deu”, voltando a imperar a gritaria. A presidente ainda tentou
contornar, mas seus pedidos não encontraram “eco”. Até que, peituda, a
vereadora Vilma Teixeira decidiu e proferiu a célebre frase “Em nome de Deus
está encerrada a presente Sessão”. E todos puderam retornar aos seus lares,
doces ou não...
Um comerciante de Caraguá da área de
informática, talvez puxa da presiDENTA lá de cima, cismou de comer mandioca só
para conferir a saudação presidencial.
Comprou a dita-cuja, mas, folgado, pediu para limpar. Foi aí que o bicho pegou,
pois acabou ficando PTíssimo da vida ao ver o vendedor pesar a raiz com a casca.
Queria que fosse pesada limpinha, pra ficar mais barato.... E depois dizem que
é o pessoal de Aparecida que é munheca; de Caçapava, também.
A
Justiça Eleitoral anunciou que por falta de dinheiro –claro, a turma do
mensalão, petrolão, da lava-jato, Zelotes, BNDES e o escambau rapou tudo– as
eleições do ano que vem vai ser toda digital, isto é, a contagem dos votos vai
ser na base do dedão molhado na esponja, do mesmo modo como se fazia nos tempos
de antanho. Nada da famigerada urna eletrônica, objeto da desconfiança de muita
gente, já que não mostra a versão impressa do voto.
Essa
escutei num bar. Um candidato a vereador do passado, que teve boa votação mas
não entrou, estava dizendo que iria apoiar o Alê Som (se este vier a ser
candidato, claro) em troca de ser o seu primeiro assessor na Câmara. Disse que
o “apoiado” ainda não sabia da proposta, que ainda tinha outra condição: quando
o Alê fosse sair para prefeito, no futuro, este deveria apoiar esse tal
candidato para a Câmara. Sonhar pode. Sonhar, sonhar, subir, subir. Será?
Tião amarrou a lata,
jogou na água, esperou um pouquinho e tascou o tranco. Só que, em lugar do
Cleiton “ferrar” o bichão, quem deu um pulo foi o Robertinho. E toca a puxar
linha, gritando, todo escandaloso, que tinha uma raia na sua linha. Deve ter
julgado pelo tranco – o braço do Tião é mesmo forte. Depois de brigar um
tempão, Robertinho enfim trouxe um belo peixe-lata a bordo. Pior: conseguiu
embaraçar a linha de todos os colegas, menos a do Cleiton, que acordou meio sem
saber o que acontecia, mas não deixou de dizer “bem-feito!” aos trapalhões com
cara de pastranho. Pois, é...
Campos Júnior está de volta à Câmara de Caraguá, como o
bom filho que ao lar torna, para a alegria da galera. Tomou posse como suplente
de vereador no lugar do Nensão, que se afastou por motivos médicos e deve ficar
fora por uns trinta dias. Entendidos de bastidores, no entanto, dizem que o
capitão deve ficar no mandato por um período beeem superior a esse.
Como suplente, Campos Júnior já tomou posse em outra
oportunidade. O breve período de mandato, todavia, não o impediu de apresentar
uma série de projetos interessantes, além de usar a tribuna da Câmara por diversas
vezes para externar o seu ponto de vista em relação aos interesses da comuna e
mesmo além-comuna, como pessoa preocupada com os rumos do país.
Um dito entendido de política, frequentador da seara
legislativa, ao que parece está despertando a ciumeira das nossas excelências.
O dito-cujo garante que tem uma receita infalível para qualquer situação e
ainda dá pareceres sobre qualquer assunto, de bate-pronto. Até os microfones
anda querendo usar, pode? Tem gente já achando que a Câmara possui um décimo
sexto vereador.
Aos poucos, Caraguá vai se transformando
numa cidade verdadeiramente barulhenta, pelo grande número de veículos que anda
pelas ruas do centro e dos bairros fazendo propagandas comerciais e utilizando
potentes alto-falantes. Até consórcios os caras oferecem, aos berros, além,
claro, da surrada “pamonha, pamonha, pamonha”. Com certeza, algo incondizente
(existe essa palavra?) com a nossa vocação de cidade amiga do idoso, por
promover verdadeira poluição sonora