terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Humor: Pág 2 do Expressão Caiçara

Veja a Pág. 2 do jornal Expressão Caiçara, edição de 25/11/15:


A volta do capitão
Campos Júnior está de volta à Câmara de Caraguá, como o bom filho que ao lar torna, para a alegria da galera. Tomou posse como suplente de vereador no lugar do Nensão, que se afastou por motivos médicos e deve ficar fora por uns trinta dias. Entendidos de bastidores, no entanto, dizem que o capitão deve ficar no mandato por um período beeem superior a esse.



Tribuno
Como suplente, Campos Júnior já tomou posse em outra oportunidade. O breve período de mandato, todavia, não o impediu de apresentar uma série de projetos interessantes, além de usar a tribuna da Câmara por diversas vezes para externar o seu ponto de vista em relação aos interesses da comuna e mesmo além-comuna, como pessoa preocupada com os rumos do país.





Coisas de Zezinho
Descobriu-se que o diretor da Câmara é a pessoa responsável por incentivar, digamos assim, o lado mais humano do legislativo, com o aval do presidente Chininha. Além de organizar a festinha dos aniversariantes do mês e outras comemorações, como o Outubro Rosa e o Novembro Azul, com belíssimos visuais alusivos, Zezinho Prequeté ainda coloca “algum” do próprio bolso para garantir o sucesso das celebrações.



Quase-excelência
Um dito entendido de política, frequentador da seara legislativa, ao que parece está despertando a ciumeira das nossas excelências. O dito-cujo garante que tem uma receita infalível para qualquer situação e ainda dá pareceres sobre qualquer assunto, de bate-pronto. Até os microfones anda querendo usar, pode? Tem gente já achando que a Câmara possui um décimo sexto vereador.



Barulheira
Aos poucos, Caraguá vai se transformando numa cidade verdadeiramente barulhenta, pelo grande número de veículos que anda pelas ruas do centro e dos bairros fazendo propagandas comerciais e utilizando potentes alto-falantes. Até consórcios os caras oferecem, aos berros, além, claro, da surrada “pamonha, pamonha, pamonha”. Com certeza, algo incondizente (existe essa palavra?) com a nossa vocação de cidade amiga do idoso, por promover verdadeira poluição sonora


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