domingo, 7 de junho de 2015

Um planeta só de maconha


Nem só de pão vive o homem. Ou se preferirem, deem à plebe pão e circo e tudo ficará bem. Sem cobranças, enfrentamentos, reivindicações impertinentes.

Claro, uma boa dose de humor também faz parte do pacote da subserviência. Enquanto riem, as pessoas se acalmam, acham graça na vida de desgraças, esquecem-se da corrupção, que apodrece os poderes e mata na fila de hospitais.

E não raro esse nosso povão varonil dá um viva! à Pátria Amada, Brasil!

Isso é Brasil, terra de impunidades, de gente sem-vergonha. Isso é nossa gente. Boa, muito boa, trabalhadora, mas...

Neste contexto, vem a calhar um site inspirado apenas para criar e disseminar notícias falsas. Contudo, a sua criatividade é elogiável, sempre muito engraçada, como a notícia abaixo – falsa, é claro.

Mesmo sabendo tratar-se de brincadeira, aposto que a “notícia” mexe com as bichas de muita gente. Provoca sonhos, devaneios. No íntimo de muitos, até o desejo de que tudo fossem verdades...

Pão, circo e "viagens". Eis a fórmula...


NASA ENCONTRA PLANETA COBERTO DE MACONHA

A Nasa anunciou esta manhã (03/jun/2015) a descoberta de um planeta completamente coberto de maconha, pegando os cientistas completamente de surpresa.

O planeta, denominado Planeta X637Z-43, avistado pelo satélite Kepler da Nasa, também seria um dos poucos potencialmente habitáveis. Os especialistas ainda detectaram níveis suficientes de oxigênio e nitrogênio para nele manter a vida humana.

Alguns especialistas acreditam que a presença de maconha em outros planetas poderia incentivar fortemente futuras gerações a ter interesse na exploração do espaço.

“Sempre pensamos que os jovens não se interessam por nada, mas isso é falso. Os jovens amam fumar maconha”, explica David Charbocorneau, astrônomo do Centro Harvard-Smithsonian, de Astrofísica.



“As análises de concentração da clorofila gerada pela Kepler levam a crer que o nível de THC nestas plantas de maconha é 3.000% maior do que as plantas encontradas na Terra. Se isso não motivar os jovens a explorar o espaço, eu não sei o que motivaria”, admite o especialista.

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