"Se Ubatuba for igual
a Caraguá, não vejo por que esses “comerciantes” reclamam tanto, porque 90% não
têm alvará de funcionamento, principalmente nos bairros.
Na minha opinião,
eles tem é medo que os moradores possam comprar os mesmos produtos 70% mais
barato e resolvam subir de excursão pro Braz pra comprar lá, que sai mais
barato, e não comprem mais aqui na região."
A propósito da
matéria publicada neste Blog sob o título “Associação Comercial quer impedir
feira da madrugada”, um Leitor, que não se quis identificar, mandou o texto acima.
É opinião dele, que
merece ser bem avaliada em seu conteúdo. Afinal, quem tem razão? O comerciante,
sempre ávido por lucros (principalmente nesta dura época de “vacas magras”)? Ou
o cidadão, que já paga impostos “pra dedéu” e merece, de quando em quando, ter
acesso a uma feira dessas, que oferece produtos com até 70% de desconto?
A resposta não é
simples de encontrar. É preciso reflexão. Quem sabe a solução não fosse o “meio
termo”, uma situação que agradasse ambas as partes. Mas, que solução seria
essa?
Leia o texto e
julgue Você mesmo...
Veja o texto original:
sábado, 6
de julho de 2013
A Associação Comercial de Ubatuba apresentou nesta 6ª feira, dia 05 de
julho, uma liminar junto ao Ministério Público para o impedimento do evento
denominado “FEIRÃO DE MALHAS/ FEIRINHA DA MADRUGADA”, que está agendado para
acontecer neste final de semana em Ubatuba, no bairro do Horto Florestal.
O evento não possui a certidão AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de
Bombeiros) e está em desacordo com a lei municipal. A entidade também fez uma
solicitação formal para a prefeitura para o cancelamento do evento.
A associação comercial considerada que o FEIRÃO DE MALHAS (FEIRINHA DA
MADRUGADA, da cidade de São Paulo) traz diversos prejuízos aos comércios locais
devidamente estabelecidos. Na sua maioria, as “empresas” participantes (e ou
promotoras) não respeitam as legislações, principalmente tributária e
trabalhista, diminuindo sobremaneira os seus custos e praticando preços muito
aquém dos cobrados pelos comerciantes locais. Em tese, promovem evasão fiscal e
concorrência desleal.
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