terça-feira, 9 de julho de 2013

Leitor do Caraguablog é favor da feira da madrugada em Ubatuba

"Se Ubatuba for igual a Caraguá, não vejo por que esses “comerciantes” reclamam tanto, porque 90% não têm alvará de funcionamento, principalmente nos bairros.  

Na minha opinião, eles tem é medo que os moradores possam comprar os mesmos produtos 70% mais barato e resolvam subir de excursão pro Braz pra comprar lá, que sai mais barato, e não comprem mais aqui na região."


A propósito da matéria publicada neste Blog sob o título “Associação Comercial quer impedir feira da madrugada”, um Leitor, que não se quis identificar, mandou o texto acima.

É opinião dele, que merece ser bem avaliada em seu conteúdo. Afinal, quem tem razão? O comerciante, sempre ávido por lucros (principalmente nesta dura época de “vacas magras”)? Ou o cidadão, que já paga impostos “pra dedéu” e merece, de quando em quando, ter acesso a uma feira dessas, que oferece produtos com até 70% de desconto?

A resposta não é simples de encontrar. É preciso reflexão. Quem sabe a solução não fosse o “meio termo”, uma situação que agradasse ambas as partes. Mas, que solução seria essa?

Leia o texto e julgue Você mesmo...

Veja o texto original:

sábado, 6 de julho de 2013
Associação Comercial quer impedir feira da madrugada
A Associação Comercial de Ubatuba apresentou nesta 6ª feira, dia 05 de julho, uma liminar junto ao Ministério Público para o impedimento do evento denominado “FEIRÃO DE MALHAS/ FEIRINHA DA MADRUGADA”, que está agendado para acontecer neste final de semana em Ubatuba, no bairro do Horto Florestal.

O evento não possui a certidão AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) e está em desacordo com a lei municipal. A entidade também fez uma solicitação formal para a prefeitura para o cancelamento do evento.

A associação comercial considerada que o FEIRÃO DE MALHAS (FEIRINHA DA MADRUGADA, da cidade de São Paulo) traz diversos prejuízos aos comércios locais devidamente estabelecidos. Na sua maioria, as “empresas” participantes (e ou promotoras) não respeitam as legislações, principalmente tributária e trabalhista, diminuindo sobremaneira os seus custos e praticando preços muito aquém dos cobrados pelos comerciantes locais. Em tese, promovem evasão fiscal e concorrência desleal. 

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