segunda-feira, 10 de março de 2014

Fim de contrato reduz médicos nas unidades de saúde de Caraguá

Moradores de Caraguatatuba estão sofrendo com a falta de médicos nas UBS (Unidades Básicas de Saúde). Os usuários da rede pública de saúde também reclamam da falta de remédios controlados.

José Rodrigues Cidreira,  morador do bairro Massaguaçu, fez uma representação no Ministério Público solicitando a investigação do serviço de Saúde. "A situação está caótica, crítica. Estamos recorrendo a atendimentos em Ubatuba e São Sebastião. Nem medicamentos tem em Caraguá", reclamou.

Por meio de nota, a Prefeitura de Caraguá alegou que a falta de médicos na rede foi causada pelo término do contrato com a empresa que prestava o serviço para o município. A UPA (Unidade de Pronto Atendimento)era administrada pela Sociedade Assistencial Bandeirantes e o PSF (Programa Saúde da Família) pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina.

Desde o último domingo, segundo a prefeitura, o Instituto Corpore assumiu a administração da UPA , o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), o PSF e o setor psiquiátrico do Caps (Centro de Atenção Psicossocial).

Segundo a secretaria de Saúde de Caraguá, a vigência do contrato será de um ano e, mensalmente, a empresa receberá o valor de R$ 2, 08 milhões.

Sobre a falta de médicos e remédios, a assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde não se manifestou.

Fonte: Lauro Lam / O Vale

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