A campanha atual toma
um novo rumo com a entrada de Aguilar. Disputando a reeleição, ele já enfrentou
o atual prefeito Antonio Carlos da Silva nas eleições de 2008 e perdeu por
pequena diferença de votos.
Agora,
o confronto volta a acontecer
Alteram-se as
estratégias, as metas, os discursos, e mexe no bolso. A disputa mais acirrada
requer mais dinheiro. Na empreitada inicial, diziam que Antonio Carlos não via
os concorrentes com chances de enfrentá-lo e sua campanha demostra que poucos
recursos estavam sendo gastos.
Bem diferente de Omar
Kazon, do PR, e Rodolfo Fernandes, do PT, que estão na rua 24 horas por dia,
com carros sonorizados, placas e gente (muita gente), em todas as esquinas,
agitando bandeiras.
Ao que parece, Aguilar
até hoje não digeriu bem sua derrota na última eleição, e aguardava o momento
certo para voltar a sonhar com o executivo Caraguatatubense. Certo é que tudo
fará para obter seu objetivo e isso pode mudar os rumos da campanha.
Por outro lado,
Antonio Carlos não deve deixar a “peteca cair” a 17 dias da eleição, que
marcará sua segunda reeleição de prefeito, um fato histórico e talvez único na
vida municipalista do país. Foi prefeito no período 2007/2000 e reeleito para
2001/2004. Eleito novamente para 2009/2012 e agora tenta a reeleição.
Sem dúvida, haverá um
recrudescimento nos embates políticos de Caraguá pelo tempo que resta até 7 de
outubro. O que era morno, agora esquenta e pode pegar fogo.
Deve-se considerar
também que em política nem tudo que parece simples, é simples. Um pequeno
acidente de percurso pode se transformar num embate jurídico sem-fim e de conseqüências
imprevisíveis. Já disseram: de urna, bumbum de neném e de juiz...
Tudo pode correr às
mil maravilhas, mas também pode emperrar. Isso vale para ambos os lados. Antonio Carlos, ao que se comenta, possui um inquérito
tramitando no ministério público referente a suposto uso indevido da máquina. Isso
pode lhe render grandes problemas.
Enfim, resta apenas
dar tempo ao tempo e conferir no final. Que a briga vai ser boa, vai...
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