quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Iniciada primeira etapa de reversão do esgoto gerado na região da Vila, em Ilhabela

A Sabesp iniciou a primeira etapa do processo de reversão do esgoto coletado na região central, em Ilhabela, e que era direcionado para uma antiga estação, localizada na Vila. Segundo a empresa, 350 imóveis do Saco da Capela já estão com o esgoto encaminhado para a Estação de Pré-Condicionamento (EPC) Itaquanduba. 

Em aproximadamente dois meses, os outros 750 imóveis localizados na Vila, Morro Cantagalo, Pequeá, Santa Tereza, Saco do Indaiá e o restante do Saco da Capela também lançarão o esgoto para o Itaquanduba. 

O empreendimento vai beneficiar mais de 5 mil pessoas na região, com 14,3 quilômetros de rede coletora, duas unidades de bombeamento e o investimento de R$ 7,5 milhões por parte da Sabesp. O esgoto coletado nessa região, depois de chegar na EPC Itaquanduba será lançado totalmente tratado no canal de São Sebastião, através do novo emissário submarino. 

Segundo o gerente da Sabesp de Ilhabela, José de Oliveira Paulo, a obra, além de dar qualidade de vida aos moradores, ajuda a melhorar as condições de balneabilidade nesta região. “Com essa intervenção, a Sabesp vai desativar, com a finalização da obra, a antiga Estação de Tratamento de Esgoto (ao lado da Câmara) e o emissário da Vila (ao lado do Esporte Clube Ilhabela)”, explicou o gerente. 

Monitoramento 
E a Sabesp assinou em julho passado um novo contrato para monitoramento ambiental do canal de São Sebastião por conta da operação do emissário submarino do Itaquanduba. 

O emissário, de 923 de comprimento e 45 centímetros de diâmetro, lança no mar o esgoto coletado e tratado pela empresa nos bairros mais populosos do arquipélago. Antes de ser lançado, o esgoto passa por gradeamento para retirada de objetos sólidos, circula por um tanque com areia e recebe cloro. 

O objetivo é permitir a dispersão segura dos efluentes processados na Estação de Pré-Condicionamento (EPC) do Itaquanduba, com menor risco possível para o meio ambiente. O novo contrato de monitoramento é de 390 dias e o trabalho será feito pela empresa Falcão Bauer. 

Vale ressaltar que a empresa já realiza monitoramento quando do processo de estudo, passando pela construção de elevatórias e implantação do emissário.

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