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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Baleia jubarte é encontrada em Ubatuba

Segundo oceanógrafo, animal de 2 toneladas aparenta ter cerca de 10 anos.
Uma baleia-jubarte foi encontrada nesta terça-feira (14) em uma área próxima a praia da Enseada, em Ubatuba no litoral norte de São Paulo. O animal exigiu uma força-tarefa de equipe de bombeiros, oceanógrafos e biólogos, que monitoraram a baleia, para evitar que ela encalhasse na costa.

A baleia estava saudável e foi acompanhada por cerca de três horas nesta manhã. Ela mede cerca de 10 metros e tem duas toneladas - a espécie pode chegar a quatro metros e meia tonelada. De acordo com o oceanógrafo, Hugo Gallo, o animal é jovem, com aproximadamente dez anos.

A baleia jubarte já foi considerada em extinção, mas saiu da lista no final de 2014. Os avistamentos das baleias jubartes não são incomuns no litoral norte. "Elas geralmente saem do polo sul e migram até o norte, muitas param nas praias da Bahia,outras acabam mudando a rota e vindo para cá também, principalmente no verão, época de reprodução", afirmou.

Após o nascimento dos filhotes, cerca de um ano depois, quando a cria aprender a se alimentar sozinho e conhecer a rota de migração, as mães se separam deles.
Do G1 Vale do Paraíba e Região
Foto: Arquivo Pessoal/Icbio Esec Tupinambás e seus voluntários

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Albatroz é tratado no litoral norte de São Paulo para voltar à natureza

Albatroz foi levado para tratamento pela Polícia Ambiental 
Ave, maior da espécie, foi encontrada anêmica em São Sebastião, SP. Animal de 9 quilos e 3,25m. de envergadura é idosa, aponta oceanógrafo.
Um albatroz-viageiro, maior espécie de albatroz, está em tratamento no Instituto Argonauta em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. A ave, que tem 3,25 metros de envergadura de uma asa à outra e pesa nove quilos, chegou ao local no último dia 29 depois de ser recolhida pela Polícia Ambiental.

O albatroz chegou ao instituto anêmico. O oceanógrafo Hugo Galo acredita que a ave oceânica, encontrada em uma marina em São Sebastião (SP), tenha enfrentado uma tempestade em alto mar e não conseguiu mais retornar ao habitat.
"Não é comum encontrá-los na costa, mas temos relatos de alguns albatrozes estavam sobrevoando essa região, o que reforça a tese de que essa que estamos cuidando enfrentou alguma adversidade. É um sobrevivente", disse o oceanógrafo.

O animal, segundo ele, já é idoso - eles vivem em média 80 anos e esse já teria passado dos 50. As penas, predominantemente brancas, indicam que a ave já viveu vários anos e percorreu longas distâncias. A espécie está em extinção.

O animal está sendo cuidado no Instituto Argonauta e, quando estiver recuperado da anemia e a condição climática for favorável, ele será solto.
 (Foto: Divulgação/Instituto Argonauta)