segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Humor: Pág2 do Expressão Caiçara



Confira a Pág 2 do jornal Expressão Caiçara que circulou em 10 dez 2015:

Dever cumprido
A Câmara de Vereadores se prepara para entrar em recesso com a doce sensação do dever plenamente cumprido. Pelo menos esse deve ser o sentimento de nossas excelências, que praticamente deram conta do recado apenas em suas reuniões normais, sem precisar de muitas sessões extraordinárias, tendo ocorrido apenas umas três delas durante todo o ano legislativo. Ponto para o presidente Chininha.

Prestação de contas
A sessão ordinária de Câmara do dia 15 de dezembro, a última antes do recesso legislativo, será reservada à prestação de contas do prefeito municipal. Antônio Carlos deve comparecer com seus secretários e outros servidores do alto escalão para prestar esclarecimentos sobre a administração. É exigência da Lei Orgânica Municipal, que antes previa dois comparecimentos anuais e depois foi abrandada para apenas uma ao ano. Coisas da dona República...


Bairristas
A comissão de assunto relevante do vereador Júlio Alves, integrada ainda por Pedro Ivo e Ceará da Adega, aquela que pretende compreender a distribuição territorial do município por bairros e propor melhorias, mal começou e já deve entrar em compasso de espera. Como no recesso não há contagem de prazo, o assunto deve esfriar pelo menos até fevereiro. Depois, vem o carnaval e por aí vai. Essa comissão decola ou não decola?

Quase disse
Carlinhos Bigode, aquele do barzinho do canto da praia, gostou da nota dada na edição passada a respeito das trapalhadas caiçaras envolvendo Tião Bota, Robertinho, Cleiton & Cia. Até revelou que existem muitas outras histórias hilárias sobre os tais, prometendo revelar algumas em breve. O motivo das trapalhadas? Apenas abriu um sorriso que só podia significar uma coisa: mé, cacildis...

Nóias...
A coisa anda tão feia por conta dos desacertos econômicos que tem muita gente usando da criatividade para sobreviver. Até a bandidagem tá se virando. Prova disso é o aumento dos casos de sequestro de cachorros, demonstrando que em época de crise braba  nem os pobres “au-aus” escapam da mira criminosa. Há quem diga que seja coisa de nóias, que vivem cavando mixarias para comprar pedras. Será?

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