Confira a Pág 2 do jornal Expressão Caiçara que
circulou em 10 dez 2015:
Dever cumprido
A
Câmara de Vereadores se prepara para entrar em recesso com a doce sensação do
dever plenamente cumprido. Pelo menos esse deve ser o sentimento de nossas
excelências, que praticamente deram conta do recado apenas em suas reuniões
normais, sem precisar de muitas sessões extraordinárias, tendo ocorrido apenas
umas três delas durante todo o ano legislativo. Ponto para o presidente
Chininha.
Prestação de contas
A
sessão ordinária de Câmara do dia 15 de dezembro, a última antes do recesso
legislativo, será reservada à prestação de contas do prefeito municipal. Antônio
Carlos deve comparecer com seus secretários e outros servidores do alto escalão
para prestar esclarecimentos sobre a administração. É exigência da Lei Orgânica
Municipal, que antes previa dois comparecimentos anuais e depois foi abrandada
para apenas uma ao ano. Coisas da dona República...
Bairristas
A
comissão de assunto relevante do vereador Júlio Alves, integrada ainda por
Pedro Ivo e Ceará da Adega, aquela que pretende compreender a distribuição
territorial do município por bairros e propor melhorias, mal começou e já deve
entrar em compasso de espera. Como no recesso não há contagem de prazo, o
assunto deve esfriar pelo menos até fevereiro. Depois, vem o carnaval e por aí
vai. Essa comissão decola ou não decola?
Quase disse
Carlinhos
Bigode, aquele do barzinho do canto da praia, gostou da nota dada na edição
passada a respeito das trapalhadas caiçaras envolvendo Tião Bota, Robertinho,
Cleiton & Cia. Até revelou que existem muitas outras histórias hilárias sobre
os tais, prometendo revelar algumas em breve. O motivo das trapalhadas? Apenas
abriu um sorriso que só podia significar uma coisa: mé, cacildis...
Nóias...
A
coisa anda tão feia por conta dos desacertos econômicos que tem muita gente
usando da criatividade para sobreviver. Até a bandidagem tá se virando. Prova
disso é o aumento dos casos de sequestro de cachorros, demonstrando que em
época de crise braba nem os pobres
“au-aus” escapam da mira criminosa. Há quem diga que seja coisa de nóias, que vivem
cavando mixarias para comprar pedras. Será?





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