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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Veja a PAG 2 do Expressão Caiçara de hoje

Conforme publicado na edição de 05 de outubro de 2015 do jornal Expressão Caiçara, que circula em Caraguá semanalmente:

Arrecifes
Quatro distintas excelências de Caraguá foram em comissão a uma cidadezinha do Rio de Janeiro para buscar informações sobre a instalação de arrecifes artificiais como meio de proteger orla da praia, importando a experiência alheia. A ideia é aplicar arrecifes aqui no bairro Massaguaçu, onde vez ou outra o marzão cisma de invadir a pista. Isso reforça a ideia de que neste mundão nada de cria, tudo se copia.


Trancado
Teve um assustadiço vereador, designado para a nobre missão, que deve ter tido uma dor de barriga daquelas só de pensar em passar pelas ruas do Rio. A excelência quase tinha convulsões quando lhe diziam que lá as coisas eram bem diferentes, que a bala comia solta, e ai daquele que errasse o caminho. Mas será que em Caraguá é muito diferente? Só neste ano, segundo o Dentinho, mais de 40 pessoas se ferraram por aqui, e não se tem notícia de bala perdida, não.


Pacatos cidadãos
Lá na longínqua cidade de Ubatuba parece que as excelências são menos zoiúdos que as de cá na concessão de títulos de cidadania. Em Ubatuba, os vereadores podem dar até 10 títulos por ano, equivalente a 40 por mandato. Sabem quantos títulos, só de cidadania caraguatatubense, são por aqui? Noventa. Isso mesmo: noventa títulos por mandato, seis por cada vereador.


Chá de sumiço
Sempre se quis saber a origem da expressão, que indica o desaparecimento de uma pessoa do lugar de costume. É o escritor Mário Prata quem a explica. Ele conta que um tal de Sebastián Lucrécio de la Bueta, da Universidade de Buenos Aires, cagüetava que era normal, na época da ditadura argentina, os militares darem um certo chá para certos terroristas. Depois do primeiro gole, eles morriam asfixiados, e depois sumiam, advindo daí a expressão “chá de sumiço”. Página 2 também é cultura – acredite!

A caravana passa

Enquanto os cães latem e até mijam em postes (e não são poucos), o polêmico apresentador Tarcísio Matheus segue de vento em popa com sua revista, nem aí pro falatório. Até divulga a lista do reconhecimento recebido: moção de congratulações das câmaras de Caraguá e de Ubatuba; título de melhor comunicador da região de Campinas e litorais Norte e Sul de São Paulo; prêmio Maurício de Souza, da Turma da Mônica; título de Cidadão Caraguatatubense; título de Gratidão Caiçara em Caraguá. E, desde 2012, o de Melhor Jornalista, conferido pela Organização das Nações Unidas, a ONU. É mole ou quer mais?

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