Mostrando postagens com marcador Chuva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Chuva. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Hidrojateamento é usado na megaoperação de limpeza de bocas de lobo


Prosseguindo com a megaoperação de limpeza de bocas de lobo, a Prefeitura de Caraguatatuba está utilizando um caminhão de hidrojateamento de alta pressão para melhor resultado no desentupimento do sistema de drenagem da cidade
A responsável pelos trabalhos é a Secretaria de Serviços Públicos (Sesep) que até agora já limpou mais de 60 bocas-de-lobo, na Avenida Geraldo Nogueira da Silva, nos bairros Aruan e Indaiá.
O hidrojateamento consiste na aplicação de um jato de água de alta pressão dentro de uma tubulação para limpá-la ou desobstruí-la. A alta velocidade da água gera uma pressão que destrói os objetos que estão impedindo o fluxo dentro de uma tubulação, sem danificá-la.
Na semana passada, centenas de pedras portuguesas foram encontradas dentro de uma das bocas-de-lobo, obstruindo a drenagem de água. As pedras foram encontradas por funcionários ligados à Sesep, durante a megaoperação de limpeza das tubulações.
Os resíduos mais comuns encontrados nas bocas-de-lobo são areia (arrastada para dentro da tubulação pela maré alta), resíduos verdes (folhas, galhos e grama) e lixo como papéis, sacos plásticos, canudos, fraldas descartáveis, garrafas pet, garrafas de vidro, entre outros. Há mais de 10 anos as bocas de lobo da cidade não passam por um processo de limpeza como o que está sendo realizado esse ano.
Ação preventiva
O objetivo da megaoperação é de melhorar o escoamento das águas, evitando enchentes e alagamentos no período de fortes chuvas que ocorrem nos meses de verão. Os trabalhos iniciam simultaneamente à ação de limpeza e desassoreamento de valas, córregos e rios em toda a cidade.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Megaoperação da prefeitura limpa mais 30 bocas de lobo em apenas um dia

A megaoperação de limpeza do sistema de drenagem da cidade, realizada pela Prefeitura de Caraguatatuba, encerrou o dia de ontem (26/09) com o balanço de mais de 30 bocas de lobo limpas, na região do bairro Aruan.

O objetivo da megaoperação é de melhorar o escoamento das águas, evitando enchentes e alagamentos no período de fortes chuvas que ocorrem nos meses de verão. Os trabalhos iniciam simultaneamente à ação de limpeza e desassoreamento de valas, córregos e rios em toda a cidade.

A equipe de trabalhos conta com 20 funcionários ligados à Secretaria de Serviços Públicos (Sesep). No apoio, estão uma máquina Bobcat e um caminhão basculante, que faz o transporte dos resíduos. Há mais de 10 anos as bocas-de-lobo da cidade não passam por um processo de limpeza como o que está sendo realizado este ano.

Hoje, os funcionários prosseguem a limpeza na Avenida Geraldo Nogueira da Silva, na orla marítima. Em seguida, se deslocam em direção ao centro, passando pelo bairro do Indaiá, na Avenida Arthur da Costa Filho. Também está no cronograma a limpeza do sistema de drenagem da Avenida Oswaldo Cruz e ruas adjacentes, região central.

A intenção da Secretaria de Serviços Públicos é desobstruir as bocas de lobo da cidade até o final do ano, trabalhando principalmente nos pontos onde, historicamente, ocorrem os alagamentos. Todas as regiões da cidade receberão a ação.

domingo, 19 de março de 2017

Míni catástrofe e alagamentos atingem Caraguá. As autoridades sabiam disso...

Morro de Santo Antonio
foto que circula na internet
Uma forte chuva caiu sobre Caraguatatuba na noite do dia 15 de março de 2017, quarta-feira passada. Foi um aguaceiro pesado, com raios e trovões, e medo.

Houve alagamentos, escorregamentos de encostas que bloquearam o trânsito na Rodovia dos Tamoios, queda de barreiras que marcaram morros e deixaram uma enorme cicatriz no Morro de Santo Antonio, logo abaixo da rampa-leste de onde saltam de asas delta. Houve 78 pessoas desabrigadas e nenhuma vítima fatal a se lamentar. Mais de uma dezena de bairros ficaram alagados, inclusive diversos pontos do centro da cidade e bairros próximos, destruindo móveis e utensílios dos moradores.

Isso tudo, sem contar o pavor das pessoas, já que se tem em mente as tristes lembranças de 18 de março de 1967, quando a cidade sucumbiu a um dos piores desastres ambientais de sua história, que matou mais de mil pessoas extraoficialmente, e que agora –pasmem!– está sendo objeto de comemorações, já que o desastre contou 50 anos no dia de ontem, 18 de março, um sábado, como sábado era o dia da semana em 67.

Tudo isso era esperado? Sim, era esperado.

Não só porque fenômenos naturais desastrosos costumam acontecer de quando em quando, mas também porque diversas obras impermeabilizando o solo foram feitas sem atinarem para o risco de alagamentos.

A cidade, que possui um lençol freático à flor do solo, recomenda-se que seja pavimentada com bloquetes e jamais com camadas asfálticas, que impedem a passagem das águas para o subsolo. Além disso, córregos que servem à dispersão das águas de chuva, como o da avenida Brasil, no bairro Ipiranga, foram “encaixotados”, isto é, revestidos de concreto em suas margens laterais e no fundo do seu leito, igualmente impedindo as águas de fluírem para o solo.

foto que circula na internet
Todos sabem disso, do doutor ao mísero roceiro ou morador de rua. Ainda assim, os “responsáveis” não tiveram o devido cuidado que outras pessoas, por simples que fossem, teriam. Fizeram-se de surdos ao fato de que os desastres se repetem, ainda com mais intensidade num município como Caraguá, a três metros acima do nível do mar.

Foi muito triste constatar cidade tomada de lama amarelada na quinta-feira, notícia de pessoas desabrigadas, bairros inteiros inundados, ver aquela enorme cicatriz que ficou estampada perto da rampa do Santo Antônio, de cima abaixo, como um aviso, ou presságio, e que assim deverá permanecer pelo menos pelos próximos cinquenta anos, de que se deve respeitar a natureza e principalmente demonstrar menos ganância e mesquinharia ao cuidar da pavimentação pública.

É hora de acordar e ter responsabilidade, sob pena de os problemas com enchentes se repetirem por ocasião de chuvas mais fortes e se agravarem, pois não será preciso uma intensidade tão grande de precipitação pluviométrica, como a de quarta-feira, para que as pessoas entrem em pânico e experimentemos o caos. É preciso desfazer o que nunca devia ter sido feito. É preciso retirar o asfalto das ruas, colocando bloquetes em seu lugar. E, ainda, escavar todo o concreto colocado no fundo de córregos, facilitando a infiltração ao solo.

Luís Eduardo de Souza, por e-mail


O Caraguablog há havia abordado o assunto

Em 23 de janeiro de 2011 –portanto, há seis anos– o Caraguablog publicou matéria alertando as autoridades para o fato de que as catástrofes se repetem, conclamando a que as autoridades estivessem sempre alerta. A matéria do Caraguablog era um contraponto aos estudos da geógrafa Kátia Canil, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, o IPT, no sentido de que o Litoral Norte Paulista apresenta grandes riscos de sofrer um desastre natural semelhante ao ocorrido em 1967 em Caraguatatuba.

Na época, o Caraguablog considerou que a geógrafa concluiu o óbvio, pois não era necessário ser nenhum técnico de um órgão qualquer dito oficial para se saber que os eventos naturais se repetem de tempos  em tempos, exatamente por serem “eventos naturais”. Este blog ainda citou os três eventos desastrosos já oficialmente registrados só em Caraguatatuba: um gravíssimo ocorrido em 21 de fevereiro de 1859, outro de igual magnitude em 20 de janeiro de 1944 e agora a “festejada” catástrofe de 1967. Os estragos de quarta-feira podem ser fichinha perto do que de fato pode vir a acontecer, e que não podemos evitar, apenas mitigar seus efeitos.

A matéria do Caraguablog, na ocasião, concluiu: a técnica do IPT falou o óbvio. E, por ser o óbvio, ela tem razão: a catástrofe de 1967 pode se repetir, sim...



Veja a matéria do Caraguablog publicada em 23 de janeiro de 2011:

A catástrofe de 1967 pode se repetir em Caraguá

O Jornal Imprensa Livre deste sábado (22/01/11) trouxe em manchete “IPT alerta: enxurrada ocorrida em Caraguá há 43 anos pode se repetir”.

foto: blog do Estadão
Usou o termo “enxurrada”, certamente pequeno demais em sentido para identificar uma catástrofe que oficialmente ceifou centenas de vidas e extra-oficialmente mais de mil delas.
O fato é que a geógrafa Kátia Canil, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, o IPT, confirmou que o Litoral Norte Paulista apresenta riscos de sofrer um desastre natural semelhante ao ocorrido em 1967 em Caraguatatuba.

“Segundo a técnica do IPT, a enxurrada que devastou Caraguá ocorreu há quase 50 anos e as possibilidades do evento de repetir são grandes”, menciona o jornal.

Disse o óbvio. Não é necessário ser nenhum técnico de um órgão qualquer para saber que os eventos naturais se repetem de quando em quando, exatamente por serem “eventos naturais”.

Não se fala aqui em aumento da temperatura global e outros chavões mais costurados por técnicos que querem atribuir tudo é que desgraça ao descontrole da ação humana.

Claro que a irresponsabilidade do homem no manejo da natureza piora as coisas, agrava conseqüências, mas não determina a ocorrência de desastres ecológicos aqui ou acolá.

Assim fosse, teríamos acontecimentos desta natureza apenas a partir do momento em que se identificou o “el niño” e a elevação do aquecimento do planeta. Não seria assim? Ou, pelo menos, não seria lógico assim pensar? No entanto, as desgraças naturais, ocorrências que destroem e matam, têm ocorrido ao longo dos séculos e faz parte da própria história humana.

A catástrofe de 1967 é citada porque está viva em nossas memórias. Mas Caraguatatuba já experimentou outras de igual ou talvez maior magnitude. Como na época não havia a presença maciça da mídia para espalhar o pânico e alardear as desgraças pessoais, tudo ficou no esquecimento. Também, naquela época, poucos moradores tinha a cidade e insignificante foi o número dos que perderam suas casas, familiares e a própria vida.

A título de exemplo, lembramos que a história de Caraguatatuba mostra que os fenômenos climáticos costumam se repetir ao longo das décadas, provocando estragos e inundações devastadores, para usar termo bem em voga.

Um ofício do presidente da Província, datado de 21 de fevereiro de 1859, por exemplo, registra o desespero de quem tinha o dever de cuidar de Caraguatatuba na época. Veja apenas este trecho e tire suas conclusões:

 “...devido aos repetidos temporais de pesadas chuvas, que há mais de um mês desaba em todo o município, em especial um que houve no dia 20 de janeiro, que por um pouco não arrasa Caraguatatuba...

Vale lembrar que fato semelhante se repetiu em 1944 e foi igualmente avassalador.

A técnica do IPT falou o óbvio. E, por ser o óbvio, ela tem razão: a catástrofe de 1967 pode se repetir, sim...
blog de Caraguá - k

Prefeitura de Caraguá - últimas informações sobre as fortes chuvas

Não precisamos ficar em pânico achando que o Morro Santo Antônio vai descer inteiro. Existe apenas um ponto de escorregamento", diz Campos Junior


A Defesa Civil de Caraguatatuba continua em estado de alerta em relação aos escorregamentos de terra, inundações e quedas de árvores.

O volume de chuva registrado nas últimas 72 horas foi de 92 milímetros, sendo 54 milímetros nas últimas 24 horas. O prefeito Aguilar Júnior decretou situação de emergência em função dos estragos provocados pelas chuvas.

Números oficiais dão conta que 43 pessoas foram removidas para abrigos da prefeitura. Além disso, famílias de 40 casas com risco iminente de deslizamento foram para residência de parentes e amigos.

O monitoramento da Defesa Civil continua em toda a cidade. São 19 áreas de risco de escorregamentos de terras nos seguintes bairros: Cocanha, Sertão dos Tourinhos, Portal da Fazendinha, Jardim Santa Rosa, Olaria, Casa Branca, Martin de Sá, Canta Galo, Serraria, Prainha, Sumaré, Jardim Francis, Benfica, Jardim Califórnia, Caputera, Rio do Ouro, Jaraguazinho, Tinga e Cidade Jardim. Há também risco de alagamentos na região da Tabatinga e Porto Novo.

Segundo o vice-prefeito e secretário de Trânsito, Segurança e Defesa Civil, Campos Junior, dentro da situação de emergência, o estado é de atenção. “Temos que continuar monitorando. Embora tivemos as chuvas de ontem a noite, ela parou por volta da 1h30 e voltou agora a tarde. O estado é de atenção, mas não precisamos entrar em pânico”, ressalta.

Sobre a situação do Morro Santo Antônio, Campos Junior informou que muitas pessoas estão disseminando informações mentirosas.

“Existe um ponto de escorregamento no local onde está a rampa de paraglyder. Não precisamos ficar em pânico achando que o morro vai descer inteiro. Por precaução, pedimos para as pessoas evitarem o local, apenas isso”, explicou. (Foto: PMC)

Tempo e maré

A previsão do tempo é de chuva de moderada a forte para as próximas horas e também para o domingo (19/03).

Há também a preocupação da tábua de marés. Por volta das 12h50, o índice era de ondas de 40cm, porém pode aumentar para 1 metro por volta das 12h50. 


Fundo Social de Caraguatatuba continua recebendo doações

Durante todo este sábado (18/03), a Prefeitura Municipal de Caraguatatuba continuou recebendo doações, que estão sendo concentradas na Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e do Idoso.

Secretários e servidores municipais estão mobilizados para fazer a distribuição dos donativos às famílias atingidas pelas fortes chuvas.

Também neste sábado, o programa Esporte Show, apresentado pelo radialista Ricardo Mazzei, está desde as 12h, no Supermercado Silva Indaiá recolhendo doações por parte da população, sendo que 26 cestas básicas foram de um único doador.

De acordo com levantamento da equipe do Fundo de Solidariedade de Caraguatatuba, os itens primordiais neste momento são: alimentos não perecíveis (arroz, feijão, macarrão e fubá); leite em caixinha; produtos de higiene pessoal como sabonetes, pastas de dente, desodorantes, escovas de dente; roupas de cama (lençóis, fronhas, cobertas e travesseiros); materiais de limpeza como detergente, água sanitária, rodo e vassoura. Além disso, colchões, roupas e sapatos.

Vários segmentos da sociedade estão se mobilizando no socorro às famílias que perderam seus bens materiais: igrejas, estudantes, motoboys, motoclubes, escoteiros, comércio, entre outros.

A Prefeitura de Ilhabela encaminhou no total 200L de água sanitária e desinfetante, 50kg de sabão em pó, 50 sacos de lixo e 24 detergentes,  40 galões de água, 60 kg de alimento, 30 litros de óleo e 156 litros de leite, roupas e 484 itens de higiene pessoal. Já a Prefeitura de Ubatuba encaminhará um caminhão com doações na próxima segunda-feira (20/03).

Jovens da Catedral Divino Espírito Santo, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e da Juventude Socialista ajudam na triagem dos materiais. Moradores de diversas regiões também têm colaborado com doações e ajuda na distribuição.

A presidente do Fundo de Solidariedade, Samara Fraschetti Bastos de Aguilar, se mostrou surpresa com a grande mobilização de toda a população. “Esperávamos obter ajuda, mas foi uma grata surpresa ver o quanto todos foram solidários. Foi muito além das nossas expectativas e somos muito gratos por isso”.

Exemplo
Um exemplo a ser seguido. Uma família moradora da avenida Elvira Perpétua, no bairro do Tinga,  acabou de perder praticamente tudo, mas o que sobrou doou para outras vítimas. Eliana Duarte e seu esposo, José Antonio de Aveiro, estiveram pela manhã na Sepedi, levando brinquedos, carrinho de bebê e roupas de crianças para doar. “Nós recebemos muita ajuda e as coisas que não precisamos, estamos repassando. Algumas já ficaram para os nossos vizinhos, como colchões, alimentos e produtos de limpeza. Afinal, eles também passaram pelo problema”.  

  
Serviço:

Sepedi (Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e do Idoso)

Rua Jorge Burihan, 10 – Jardim Jaqueira - Telefone: (12) 3886-3050


Missa na Santa Casa de Caraguatatuba homenageia heróis e famílias das vítimas da Catástrofe de 67
Na manhã deste sábado (18/03), o pátio da Casa de Saúde Stella Maris – Santa Casa foi cenário da missa em menção ao cinquentenário da catástrofe, ocorrida em Caraguatatuba nos idos de 1967 e com intuito de homenagear as vítimas e heróis da enchente.
Para celebração da missa estavam presentes o Bispo da Diocese de Caraguatatuba, Dom José Carlos Chacorowsk, padres das paróquias do município e as irmãs do Instituto Pequenas Missionárias de Maria Imaculada. Entre as autoridades compareceram: o prefeito Aguilar Junior, acompanhado da primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Samara Fraschetti Bastos de Aguilar, a presidente da Fundacc (Fundação Educacional e Cultural de Caraguatatuba), Silmara Selma Mattiazzo e secretários municipais. Pessoas que sofreram as consequências da histórica catástrofe também marcaram presença.
Durante a celebração da Santa Missa, o bispo ressaltou que a catástrofe de 50 anos atrás aconteceu num sábado, coincidentemente como no dia de hoje. No culto religioso ainda foram homenageados todos os heróis, anônimos ou não, que ajudaram e arriscaram suas próprias vidas em prol dos vitimados da tragédia. Entre estes heróis, dois foram congratulados com menções honrosas: o médico Dr. Keith Nakamura e a madre superiora, Irmã Maria Neuza Sudário dos Santos.
Doações de cobertores, roupas, colchões e outros itens foram abençoadas pelos párocos e destinadas às vítimas das chuvas dos últimos dias que estão abrigadas em núcleos e escolas do município.
No encerramento da missa, no jardim da Santa Casa, foi plantado uma muda de árvore pau-brasil, trazida por Luiz Carlos Guimarães, coordenador nacional do Instituto Pau-Brasil.
"Este é um singelo presente que o Instituto oferece aos que foram, aos que sobreviveram a tromba d’água e homenageia também a Campanha da Fraternidade, iniciada na Quarta-feira de Cinzas, tendo como tema este ano: Biomas Brasileiros e Defesa da Vida", explicou Guimarães.
Para o plantio foram convidados o bispo Dom José Carlos, o prefeito Aguilar Junior e a irmã Maria Neuza.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Ruas do Estrela ficam alagadas e deixam morador indignado

Recebemos do cidadão Émerson Soares, via e-mail, reclamação contra o calçamento efetuado em diversas ruas do bairro Estrela D’Alva. Segundo suas palavras, recentemente a prefeitura pavimentou com asfalto as vias públicas do local, as quais já estavam pavimentadas com bloquetes e que “funcionavam muito bem”, mas esse novo serviço não foi aprovado durante as precipitações de verão.

Ele conta que era plenamente esperado que a partir da nova pavimentação asfáltica fossem ocorrer alagamentos generalizados ao longo das vias públicas, já que as águas de chuvas mais fortes não teriam como fluir para o subsolo, coisa que era natural com o assentamento dos bloquetes. Era esperado que acontecesse, e aconteceu.

O que se viu durante as últimas chuvas mais forte foram as águas invadindo residências e inúmeros veículos parados por sobre as áreas alagadas, sem condições de ir adiante, atravancando todo o fluxo de veículos, fato agravado com o grande número de carros na cidade por estarmos em plena temporada de verão.

Ele disse não compreender como que os técnicos da prefeitura não tivessem atentado para esse detalhe, tão previsível, escolhendo uma modalidade de calçamento não indicada para o local, segundo ele, desnecessária, já que as vias públicas já se encontravam todas devidamente pavimentadas.


Ele concluiu, dizendo: era previsível que fosse dar merda, e deu...

quarta-feira, 2 de março de 2016

Chuvas desalojam famílias em Caraguá

O Governo Municipal, por meio da Defesa Civil, informa que Caraguatatuba está com vários pontos de alagamentos e os mais críticos estão nos bairros Morro do Algodão, Barranco Alto, Pegorelli, Perequê-Mirim e Golfinho. Há também três pontos de escorregamento, nos bairros Olaria, Jaguazinho e Morro do Chocolate.

O município está em estado de alerta. Os índices pluviais acumulados desde domingo chegaram a 285 mm e, até o momento, foram reduzidos para 245 mm. O cálculo da Defesa Civil estima que, somente entre domingo e segunda-feira, foram 173 mm de chuva.

Até o momento, sete famílias, com aproximadamente 25 pessoas, estão desalojadas e foram abrigadas no ginásio José Francisco Prates, no bairro Perequê-Mirim.

A Prefeitura está trabalhando intensamente no monitoramento das áreas com risco de escorregamento e no socorro às famílias desalojadas. Nesta terça-feira (01/03), as famílias receberam visita de 10 agentes de saúde que examinaram as crianças e adultos.

A Defesa Civil conta com a ajuda do GAC (Grupo de Auxílio Civil) e a parceria das Secretarias de Educação e Desenvolvimento Social e Cidadania, no abrigo às famílias, e de Serviços Públicos, com a desobstrução de vias e valas.

A Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania recebe doações de roupas de cama, toalhas, produtos de higiene pessoal e de limpeza, que serão destinadas às famílias atingidas pela chuva dos últimos dias.

As peças são arrecadadas na Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania, na Rua Vereador Antonio Cruz Arouca, 121 – Indaiá. Quem tiver móveis e eletrodomésticos para doar, pode ligar no telefone (12) 3886-2030 e agendar um horário para que a equipe possa retirar.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Dezembro inicia com plano preventivo de defesa civil em Caraguá

Litoral Norte e Baixada Santista recebem atuação desde 1988

A partir de 1º de dezembro de 2015, entrará em vigor o Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC), por meio do Decreto Municipal nº 368/2015. O objetivo é reduzir o número de vitimas de escorregamentos de encostas e demais fenômenos. Término do período será em 30 de abril de 2016, podendo ser prorrogado, caso as chuvas não cessem.

O PPDC foi elaborado por técnicos do Instituto Geológico e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo, e está sendo operado desde 1988 nos municípios do Litoral Norte e Baixada Santista.

O plano é constituído de quatro estados: de Observação, Atenção, Alerta e de Alerta Máximo. Nestes quatros estágios, são monitorados o acúmulo e duração das chuvas; registro de trincas, degraus ou qualquer outra feição de instabilidade que indique possível escorregamento e registro de ocorrências de escorregamentos generalizados nas encostas.

A partir desta data, todas as secretarias municipais, estarão em alertas para atender possíveis vítimas.


O Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC) é uma ação da Secretaria Municipal de Trânsito, Segurança e Defesa Civil (COMDEC), em parceria com as secretarias municipais e o 20º BPM/I/2ª Cia Polícia Militar, 3ª Cia 1º BPRv – Polícia Rodoviária, 3ª Cia do 3ª BP Ambiental, 3º Sub GB do 17º GB – Bombeiro Salvamar, 4º Sub GB do 11º GB – Corpo de Bombeiros, Empresa Bandeirantes de Energia – EBE e Sabesp.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Chuva de frente fria avança sobre Grande SP e litoral

Chuva avança para o Litoral Norte e Vale do Paraíba
Uma área de chuva de uma frente fria se deslocou do sul do Estado de São Paulo e nas próximas horas passa sobre a Grande São Paulo e a Baixada Santista. No decorrer da noite, a chuva passa por São Sebastião e Ilhabela e avança para as demais áreas do litoral norte.
A análise das imagens de radares meteorológicos mostra  que a porção de chuva mais forte (manchas verdes com pontos amarelos e vermelhos) se desloca sobre o litoral e deve passar pela Baixada Santista nas próximas horas.

A primeira imagem (14h06) mostra a área de chuva sobre o sul de São Paulo e a segunda (19h16) se aproximando de Santos.

Fonte:Climatempo /Josélia Pegorim